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A diversidade na Igreja

"A casa do meu Pai tem muitas moradas", diz-nos Jesus no evangelho.

A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.

A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.

Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?

Um blogue para cristãos homossexuais que não desistiram de ser Igreja

Porquê este blogue?

Este blogue é a partilha de uma vida de fé e é uma porta aberta para quem nela quiser entrar. É um convite para que não desistas: há homossexuais cristãos que não querem recusar nem a sua fé nem a sua sexualidade. É uma confirmação, por experiência vivida, que há um lugar para ti na Igreja. Aceita o desafio de o encontrares!

Este blogue também é teu, e de quem conheças que possa viver na carne sentimentos contraditórios de questões ligadas à fé e à orientação sexual. És benvindo se, mesmo não sendo o teu caso, conheces alguém que viva esta situação ou és um cristão que deseja uma Igreja mais acolhedora onde caiba a reflexão sobre esta e outras realidades.

Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.
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terça-feira, 18 de abril de 2017

Tortura e morte na Chechénia: os gays na mira

O Público dá-nos conta das atrocidades que perduram na Chechénia. Uma reportagem de Mário Lopes a 14 de Abril de 2017

Presos, torturados, mortos: a perseguição em massa dos gays tchetchenos

Uma reportagem num jornal russo denunciou aquilo que testemunhos e informações recolhidas por organizações de defesa dos direitos já indicavam: as autoridades tchetchenas estão a deter ilegalmente centenas de homens em toda a república. De que são culpados? Da sua orientação sexual.

A Chechénia continua a contar com uma forte presença militar russa desde as duas guerras que opuseram Moscovo aos separatistas do Cáucaso. 

***

Atraídos para emboscadas, presos ilegalmente pela polícia, torturados durante dias, quando não assassinados. Obrigados a denunciar amigos e conhecidos, chantageados pelas autoridades, ameaçados pelas próprias famílias. Há vários anos que associações de defesa dos direitos humanos, como a Human Rights Watch, ou a Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais (ILGA), vêm alertando para a violenta discriminação de que são alvo os gays tchetchenos. Aquilo que denuncia uma reportagem publicada recentemente no diário russo Nóvaya Gazeta mostra que discriminação é expressão insuficiente para descrever o que se passa na pequena república do Cáucaso, integrante da Federação Russa.

Segundo o artigo, está neste momento a ser levada a cabo uma verdadeira purga da comunidade gay da república, com a polícia a deter centenas de homens em centros prisionais onde são mantidos em condições desumanas e torturados para denunciar aqueles, entre os seus conhecidos, que tenham a mesma orientação sexual. Apesar de não haver confirmação do denunciado pelo Nóvaya Gazeta por parte de fontes independentes, a Human Rights Watch russa já confirmou que o relatado coincide com informações e testemunhos que a associação recolheu no terreno. Segundo o diário, há três mortes confirmadas, mas suspeita-se que o número possa ser muito superior, tendo em conta a impossibilidade de recolher dados, quer junto às autoridades, quer junto das vítimas de perseguição que evitam contactar entre si devido ao controlo apertado que o estado tchetcheno faz a todo o tipo de comunicações.

A União Europeia e o Departamento de Estado dos Estados Unidos exortaram a Rússia a investigar o caso. “É indispensável levar a cabo investigações eficazes e exaustivas sobre as informações de sequestros e assassinatos de homossexuais na república da Tchetchénia no Cáucaso”, defendeu em comunicado Federica Mogherini, alta representante para a política externa da União Europeia. A Rússia, cujo Governo se tem mostrado particularmente activo internamente na supressão dos direitos dos homossexuais, negou ter conhecimento de quaisquer perseguições.

A reportagem do Nóvaya Gazeta foi elaborada com recurso a fontes internas das autoridades tchetchenas e ao depoimento de homens presos em várias cidades que, após a detenção pelas autoridades, conseguiram escapar da república. Na Tchetchénia, região de maioria muçulmana, extremamente conservadora e onde a homofobia é a norma, os gays vivem numa quase total invisibilidade. Além de lidar com a hostilidade das autoridades, têm muitas vezes contra si a própria família.

Na Tchetchénia, ter um familiar homossexual é considerado pela maioria da população como uma desonra para toda a família e o chamado crime de honra surge como a forma de limpar o seu bom nome. Daí a maioria dos gays tchetchenos serem obrigados a viver vidas duplas, casados de forma tradicional e escondendo de toda a família a sua orientação sexual. Daí que as autoridades tchetchenas, república liderada por Ramzan Kadyrov, tenham negado qualquer tipo de perseguição. Para o regime, tal é, muito simplesmente, uma impossibilidade. “Não se pode deter e perseguir pessoas que, muito simplesmente, não existem na república”, declarou o porta-voz de Kadyrov à agência noticiosa Interfax, acrescentando que, “se houvesse pessoas assim na Tchetchénia, os órgãos responsáveis pelo cumprimento da lei não precisariam de fazer nada, porque os seus familiares iriam enviá-las para um sítio de onde não é possível regressar”.

Uma reportagem do Guardian publicada esta quinta-feira recolhe depoimentos de duas vítimas da perseguição em curso na Tchetchénia. Um dos homens que acederam falar sob anonimato com o jornal britânico conta como foi atraído para uma cilada por um amigo chantageado pela polícia. Quando chegou ao local onde combinara o encontro, esperavam-no seis pessoas, algumas em uniforme. Levado para um centro de detenção, passou dez dias a ser espancado e torturado pela polícia com choques eléctricos. Por vezes, eram levados à sua presença outros prisioneiros, que os guardas, anunciando-lhes que estavam na presença de um gay, incitavam a agredi-lo.

Outro detido entrevistado pelo Guardian conta como foi obrigado a fazer pagamentos regulares à polícia, que o chantageava com a ameaça de divulgar na Internet e junto da sua família a sua orientação sexual. Quando aquilo que está a ser descrito como uma perseguição em massa teve início, encontrava-se fora da Tchetchénia. Recebeu um telefonema da família, que estava acompanhada pela polícia tchetchena. Esta exigia-lhe que regressasse, caso contrário, manteriam refém um membro da sua família. Entre insultos, um dos familiares exigiu-lhe que regressasse imediatamente. Prometeu que o faria, mas não o fez. No dia seguinte, estava a caminho de Moscovo. “Não tenho a mínima dúvida que os meus próprios familiares planeavam matar-me. Era o convite para uma execução”, diz.

Apesar de todo o historial de homofobia e da perspectiva de atravessar a vida reprimido, confessa aos repórteres que nunca imaginou ver-se nesta situação: “Só queria fazer a minha mãe feliz e orgulhosa. Estava preparado para me casar. Teria levado todos estes problemas comigo para a sepultura. Nunca imaginei nos meus piores pesadelos que estaria aqui em frente a um jornalista a dizer: ‘Sou tchetcheno e sou gay’”.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

4 novos países descriminalizaram a homossexualidade em 2016

Balanço do direito LGBTI no mundo

Moçambique (Sudeste de África), Seychelles (Oceano Índico, a Norte de Madagáscar), Nauru (Oceano Índico, sobre a linha do Equador, a Nordeste da Austrália) e Belize (pequeno país vizinho do México) descriminalizaram as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo durante este ano.

Na página Legislação sobre pessoas LGBT no mundo da Wikipedia, além de uma válida contextualização histórica e cultural, pode-se consultar uma tabela onde aparecem descriminadas as informações disponíveis relativamente aos direitos LGBTI aplicados em cada país do mundo.

Em G1.globo.com os leitores de moradas de deus podem ler um interessante artigo (actualizado a 17 de Junho de 2016) sobre as leis activas nos países de todo o planeta referentes à orientação sexual. A relação homossexual é ainda crime em 73 países e 13 prevêem pena de morte.






Mais informação em: Relatório da ILGA

sexta-feira, 25 de março de 2011

Uganda contra todos os maus presságios

Turner
Lei que agravaria penas por homossexualidade é abandonada pelo Governo ugandês

Segundo declarações do Ministro da Informação o governo decidiu acabar com o projecto de forma definitiva. O site Box Turtle Bulletin revela que embora o presidente dos Assuntos Jurídicos e Comissão Parlamentar tenha agendado a lei anti-homossexualidade para debate na comissão o governo interveio e decidiu acabar com o projecto.

O projeto de lei anti-homossexual, se aprovado, iria aplicar a pena de morte aos gays e lésbicas, em determinadas circunstâncias, nomeadamente para "reincidentes" - que seriam aplicáveis ​​a qualquer pessoa que teve mais de um relacionamento. A actual lei de Uganda já prevê 20 anos ou prisão perpétua. A nova lei também teria tornado simples actos como um toque entre pessoas do mesmo sexo uma ofensa criminal. A lei ameaçava professores, médicos, amigos e familiares com prisão de três anos, se não relatassem qualquer suspeito de ser gay à polícia num prazo de 24 horas. Até os próprios advogados de acusados de homossexualidade poderiam ser implicados pela proposta.



Embora o governo tenha tomado a decisão, isto não significa que seja a favor de direitos para gays e lésbicas. E o Ministro Kabakumba foi claro: "Claro que estamos preocupados e não toleramos a homossexualidade em nosso país. Isso deve ser muito, muito, muito claro. Está na Constituição, que não a toleramos."

O governo tem consciência que isto não é apenas uma questão interna, mas com ramificações em todo o mundo, sobretudo na ameaça que representam para a ajuda externa ao país. A ajuda externa representa cerca de um terço do orçamento do Uganda e da economia local.

in portugalgay

Reportagem sobre toda esta recente história no youtube

quinta-feira, 24 de março de 2011

Uganda: leis contra os homossexuais ainda mais duras

Lei anti-homossexuais vai ser apresentada ao parlamento ugandês novamente

A lei que criminalizaria ainda mais a homossexualidade no Uganda está prestes a ser apresentada no parlamento. O Parlamento de Uganda vai rever na próxima semana o projecto de lei anti-homossexualidade apresentado pela primeira vez em 2009.


O sexo consentido entre adultos já é punível com prisão perpétua no país africano com cerca de 30 milhões de habitantes, mas a nova lei iria impor a pena de morte a gays condenados por relações sexuais com menores ou deficientes. A pena de morte também passaria a ser aplicável a homens seropositivos que tenham sexo com outros homens.

Para completar o pacote de reformas, o projecto também apresenta pena de prisão para todos aqueles que tendo responsabilidades sociais, como professores, não informem a polícia sobre pessoas que suspeitem ser homossexuais.

A lei gerou polémica fora do país, especialmente nos EUA quando se conclui que a criminalização da homossexualidade foi fortemente apoiada por parte de evangelistas cristãos norte-americanos que se deslocaram ao Uganda. A esmagadora maioria da população do país é cristã.

in Portugalgay

Direitos LGBT na África Austral

Criminalização da homossexualidade questionada em tribunal no Botswana

Um grupo LGBT levou a tribunal a constitucionalidade do artigo 164 do código penal, que criminaliza as relações homossexuais.

No dia 25 de Fevereiro foi apresentada uma acção no Supremo Tribunal desafiando a constitucionalidade do artigo 164 do código penal do Botswana. A iniciativa foi do coordenador grupo LGBT Legabibo e põe em causa a condenação "do conhecimento carnal contra-natura" do texto legal e que é punível com até sete anos de prisão. O próprio grupo viu recusada a pretensão de se legalizar como associação com o fundamento que ira "agrupar criminosos". E há alguns casos registados de condenação de actos homossexuais recorrendo ao artigo 164 embora raros.

in Portugalgay

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O amor conhece fronteiras?

Em Israel adiada-se a decisão sobre expulsão de companheiro de jovem assassinado

O alemão Thomas Schmidt tinha um relacionamento com Nir Katz, israelita. As autoridades queriam expulsar Schmidth do país, mas agora voltaram atrás.
A questão é que com a morte do seu companheiro israelita, o alemão deixou de preencher os requisitos para permanecer no país. No entanto a mobilização dos LGBT do país fizeram o Ministério do Interior voltar atrás na decisão.

Thomas Schmidt e Nir Katz viviam uma relação estável e iniciaram o processo de parceria civil em Israel em 2008. No entanto os planos do casal foram brutalmente interrompidos pelo ataque sangrento no Centro LGBT de Tel Aviv onde um homem encapuçado mata uma menina de 17 anos e Nir Katz de 26 anos.

O ataque chocou o país e o primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, veio a público fazer promessas de justiça e pedir tolerância para as pessoas LGBT. Mais de um ano depois a polícia ainda não encontrou o assassino e a investigação continua em aberto.

Schmidt que vivia em Israel desde 2004 ultrapassou a perda e aproximou-se da família de Nir Katz, deixando de ter contacto com a sua família na Alemanha. Mas as coisas complicaram-se ainda mais quando a renovação do seu visto foi negada pelo Ministério do Interior há poucas semanas atrás. E o Ministério do Interior foi claro: Schmidt terá de abandonar o país até 20 de fevereiro.

Toda a situação gerou polémica no país e o único político abertamente gay no país, Nizan Horowitch, escreveu uma carta ao ministro do Interior, em que explica as "circunstâncias difíceis e excepcionais" que levaram Schmidth a querer ficar em Israel.

Já o diretor executivo da JOH (Jerusalem Open House) é mais incisivo. Em 2009 "tivemos uma pessoa que cometeu um crime de ódio, agora é todo um país que comete um crime de ódio".

Ontem o Ministério do Interior anunciou que a autorização de residência temporária tinha sido estendida, até que haja uma decisão definitiva sobre o caso.

In Portugalgay

domingo, 23 de janeiro de 2011

Crimes transfóbicos na América Central

"Transcausto" nas Honduras

Sensivelmente no espaço de um mês foram seis as mulheres trans assassinadas neste pequeno país da América Central.

Desde o golpe de estado de 28 de Junho de 2009 já somam 34 as mortes na comunidade LGBTTI, sendo que a maior parte delas pertencem à comunidade trans.

Em Dezembro, Lorenza Hernández, jovem mulher transexual de 23 anos, é violada, apedrejada mortalmente e o seu corpo queimado por elementos de um gangue. No mesmo mês, Cheo, mulher trans trabalhadora sexual, é encontrada morta por esfaqueamento. Também em Dezembro, Lady Oscar Martínez Salgado, mulher transgénero de 45 anos é esfaqueada mortalmente inúmeras vezes em sua casa e o seu corpo queimado, supostamente por dois desconhecidos.

Já este mês, Cheo, jovem mulher transgénero é esfaqueada mortalmente numa rua de Tegucigalpa, Génesis, mulher trans entre 23 e 27 anos, é estrangulada por desconhecidos. E uma jovem mulher transexual não identificada é assassinada com múltiplos tiros.

A ministra da Justiça e Direitos Humanos, Ana Pineda, condenou estes crimes de ódio contra a comunidade LGBTTI hondurenha.

Os principais dirigentes da comunidade LGBTTI exigiram ao governo o esclarecimento destes crimes.

Por sua vez, a embaixada dos EUA nas Honduras mostrou-se preocupada com estes seis crimes contra a comunidade transexual/transgénero, recordando que as leis hondurenhas garantem protecção a todos os seus cidadãos, independentemente da sua orientação sexual, pedindo às forças policiais hondurenhas para investigarem vigorosamente estes crimes, levar os culpados à justiça e que tomem todas as medidas necessárias para garantirem a protecção desta comunidade.
 
In PortugalGay.pt
http://portugalgay.pt/news/Y210111A/honduras:_transcausto_nas_honduras

sábado, 13 de novembro de 2010

Significado do Triângulo Rosa e do Parágrafo 175

Qual a origem do triângulo rosa? O que era o Parágrafo 175?

O triângulo rosa (rosa Winkel, em alemão) foi um dos símbolos usados nos campos de concentração nazis. Indicava os homens que tinham sido capturados pela “prática” da homossexualidade.

Os prisioneiros recebiam um emblema nas suas roupas que os “catalogava”. Os Judeus, por exemplo, recebiam um emblema amarelo e as mulheres tidas como "anti-sociais" (aqui se incluíam as lésbicas) o triângulo preto.

O triângulo rosa é, por isso, o símbolo mais antigo existente que representa a comunidade homossexual. Este triângulo, com um dos vértices para baixo, passou a ser um dos símbolos de movimentos internacionais LGBT. É contudo menos frequente e utilizado do que a bandeira arco-íris.


O Parágrafo 175, conhecido formalmente como §175 StGB e também como "Section 175" na língua inglesa, foi uma medida do Código Criminal Germânico em vigor de 15 de Maio de 1871 a 10 de Março de 1994. O Parágrafo 175 considerava as relações homossexuais como crime, e nas primeiras edições também criminalizava as relações sexuais humanas com animais, conhecidas como bestialidade.

O dispositivo legal sofreu várias correcções ao longo do tempo.

Quando os nazis assumiram o poder em 1935, as condenações através do Parágrafo 175 aumentaram cerca de 10 vezes. Milhares de pessoas morreram nos campos de concentração, independentemente da culpa ou inocência relativas às suas práticas sexuais.

Com o final da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida, e o muro de Berlim foi a expressão concreta dessa divisão. A Alemanha Oriental em 1950 e a Alemanha Ocidental, em 1969, revogaram alguns dispositivos do Parágrafo 175. A rigidez do parágrafo em questão foi atenuada em 1973 e finalmente revogada em 1994, com a reunificação da Alemanha.

Baseado na Wikipédia

ler também no moradas de Deus:
http://moradasdedeus.blogspot.com/2010/11/ultimo-triangulo-rosa-sobrevivente-ao.html

Porque estou aqui

Sinto-me privilegiado por ter encontrado na Igreja um lugar vazio, feito à minha medida. É certo que tê-lo encontrado (ou encontrá-lo renovadamente, pois não é dado adquirido) foi também mérito da minha sede, do meu empenho, de não baixar os braços e achar, passivamente, que não seria possível. Passo a contextualizar: a comunidade onde vou à missa é pequena e acolhedora, e podia bem não o ser. Ao mesmo tempo, sentia um desejo grande de reflexão de vida cristã e encontrei um casal (heterosexual) que tinha a mesma vontade. Começámo-nos a reunir semanalmente numa pequena comunidade de oração e reflexão que, apesar de crítica, nos tem ajudado a sermos Igreja e a nela nos revermos. Paralelamente, face ao contínuo desencanto em relação a algumas posturas e pontos de vista de uma Igreja mais institucional e hierárquica, tive a graça de encontrar um grupo de cristãos homossexuais, que se reuniam com um padre regularmente, sem terem de se esconder ou de ocultar parte de si.

Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.

Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.

Este blogue também é teu

São benvindos os comentários, as perguntas, a partilha de reflexões e conhecimento, as ideias.

Envia o link do blogue a quem achas que poderá gostar e/ou precisar.

Se não te revês neste blogue, se estás em desacordo com tudo o que nele encontras, não és obrigado a lê-lo e eu não sou obrigado a publicar os teus comentários. Haverá certamente muitos outros sítios onde poderás fazê-lo.

Queres falar?

Podes escrever-me directamente para

rioazur@gmail.com

ou para

laioecrisipo@gmail.com (psicologia)


Nota: por vezes pode demorar algum tempo a responder ao teu mail: peço-te compreensão e paciência. A resposta chegará.

Os textos e as imagens

Os textos das mensagens deste blogue têm várias fontes. Alguns são resultados de pesquisas em sites, blogues ou páginas de informação na Internet. Outros são artigos de opinião do autor do blogue ou de algum dos seus colaboradores. Há ainda textos que são publicados por terem sido indicados por amigos ou por leitores do blogue. Muitos dos textos que servem de base às mensagens foram traduzidos, tendo por vezes sofrido cortes. Outros textos são adaptados, e a indicação dessa adaptação fará parte do corpo da mensagem. A maioria dos textos não está escrita segundo o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, pelo facto do autor do blogue não o conhecer de forma aprofundada.

As imagens que ilustram as mensagens são retiradas da Internet. Quando se conhece a sua autoria, esta é referida. Quando não se conhece não aparece nenhuma referência. Caso detectem alguma fotografia não identificada e conheçam a sua autoria, pedimos que nos informem da mesma.

As imagens são ilustrativas e não são sempre directamente associáveis ao conteúdo da mensagem. É uma escolha pessoal do autor do blogue. Há um critério de estética e de temática ligado ao teor do blogue. Espero, por isso, que nenhum leitor se sinta ofendido com as associações livres entre imagem e conteúdo.

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