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A diversidade na Igreja

"A casa do meu Pai tem muitas moradas", diz-nos Jesus no evangelho.

A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.

A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.

Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?

Um blogue para cristãos homossexuais que não desistiram de ser Igreja

Porquê este blogue?

Este blogue é a partilha de uma vida de fé e é uma porta aberta para quem nela quiser entrar. É um convite para que não desistas: há homossexuais cristãos que não querem recusar nem a sua fé nem a sua sexualidade. É uma confirmação, por experiência vivida, que há um lugar para ti na Igreja. Aceita o desafio de o encontrares!

Este blogue também é teu, e de quem conheças que possa viver na carne sentimentos contraditórios de questões ligadas à fé e à orientação sexual. És benvindo se, mesmo não sendo o teu caso, conheces alguém que viva esta situação ou és um cristão que deseja uma Igreja mais acolhedora onde caiba a reflexão sobre esta e outras realidades.

Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.
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sábado, 19 de outubro de 2013

Um festival de cinema das Religiões

Religion Today: Laboratório de fé e cultura

O "Religion Today" é um festival itinerante dedicado ao cinema das religiões que tem como objetivo promover, através da Sétima Arte, a cultura do diálogo e da paz entre as religiões, no reconhecimento das diferenças.

Contribuir para a difusão e distribuição do filme religioso como contributo para o desenvolvimento cultural e espiritual, criar um espaço de encontro e intercâmbio para realizadores e operadores dos média de diferentes culturas e religiões e, não menos importante, favorecer a divulgação de uma informação correta sobre as grandes religiões do mundo, constituem também metas deste projeto.

Nascido na cidade de Trento em 1997, o primeiro festival do género no mundo chega este ano à 16.ª edição. Ao longo do seu percurso ampliou o raio de ação, ocupando várias cidades italianas e também do estrangeiro. (...)

O festival, que resulta de parcerias entre entidades religiosas e civis, é em 2013 dedicado ao tema "Visões. Realidade e utopia". Realidade e ficção, crença e dúvida, fé e factos: uma tensão particularmente importante num momento de crise de ideais, de expetativa por uma utopia credível. Questões que o "Religion Today" quer destacar perante um público vasto, privilegiando, como já é tradição, o mundo dos jovens, na convicção de que o cinema pode ser uma boa "oficina" para um conhecimento recíproco entre culturas e religiões, eliminando preconceitos e estereótipos, a fim de construir um mundo menos conflituoso.

O "Religion Today" está aberto a filmes, documentários e curtas-metragens que exploram os vários pontos de vista sobre a existência e o sagrado por diferentes religiões. Todos os anos dezenas de filmes de todo o mundo são examinadas por um júri internacional e inter-religioso que atribui os quatro prémios principais: "No espírito da fé", melhor longa-metragem, melhor documentário e melhor curta-metragem. Em 2013 estarão presentes mais de 50 películas.

Ao concentrar-se em produções escassamente representadas nos grandes circuitos cinematográficos, o festival tem contribuído para a descoberta de cinematografias e cineastas que permanecem na sombra por motivos de censura, mercado ou distribuição, ao mesmo tempo que projeta novas luzes sobre filmes como "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson, "Dúvida", de John Patrick Shanley, ou "O Grande Silêncio", de Philip Gröning.

Maria Teresa Pontara Pederiva, in Vatican Insider
em português in SNPC

ver mais em Religion Today

sábado, 19 de março de 2011

Música e Cultura no Alentejo

Começa hoje o Terras sem Sombra
"Momentos de Espiritualidade na Música Ocidental" marcam regresso do Festival Terras Sem Sombra
O festival de música sacra “Terras sem Sombra” desafia este ano os participantes a embarcarem numa peregrinação pelo património cultural e natural do Baixo Alentejo. A sétima edição do certame, que se realiza entre 19 de março e 9 de julho, tem como tema “Peregrinação interior – Momentos de Espiritualidade na Música Ocidental – Séculos XVII – XXI".

Complementada por um conjunto de conferências e visitas guiadas, a música sacra vai funcionar como uma «aliada» da diversidade patrimonial da região, segundo o diretor do Departamento do Património Histórico e Artístico da diocese de Beja (DPHA), José António Falcão.

Em declarações à Agência Ecclesia, o responsável sublinha que a iniciativa «rompe fronteiras» e «atrai públicos diversificados», ajudando a criar nas igrejas históricas da região «um espaço ecuménico» e de «diálogo em torno da espiritualidade».

Além de veículo de sensibilização cultural, o DPHA olha para a música sacra como uma oportunidade de chamar a atenção para a preservação da natureza, numa época em que «se gastam demasiados recursos» e se arrasta nessa «batalha» a «destruição de muitas particularidades» do património natural.

A abertura do festival ocorre a 19 de março, pelas 17h00, na igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, em Beja, com a conferência “Peregrinação e Música”, proferida por Rui Vieira Nery, da Universidade de Évora.
Os concertos realizam-se sempre ao sábado, e no domingo seguinte o DPHA vai organizar ações de conservação da natureza, com a participação dos músicos, escolas e população local.

José António Falcão exemplifica com «a colocação de ninhos, feitos em cortiça, em sobreiros e a ajuda na preservação de peixes que estejam em extinção» na região alentejana.

O arquiteto perspetiva uma grande participação nas diversas iniciativas do festival, à semelhança das edições anteriores: «Há sempre um envolvimento grande por parte das paróquias, das autarquias, de outros órgãos da região, temos sido muito acarinhados neste trabalho».

Com um novo diretor artístico, Paolo Pinamonti, antigo diretor do Teatro Nacional São Carlos (Lisboa), e que até aqui dirigia o Festival Mozart da Corunha, o passo seguinte é a internacionalização definitiva do certame.

Em declarações à rádio Voz da Planície, Pinamonti afirmou que aceitou o desafio pelas características do festival, que «não é apenas um conjunto de concertos, já que concilia um conceito de património no sentido mais lato do termo, como seja património natural, património artístico e arquitetónico, da própria música e a defesa desse mesmo património».

Os seis concertos, em que três temas serão em estreia – dois dos quais em Portugal e Espanha – e um em estreia absoluta, vão trazer a Portugal nomes importantes como a soprano espanhola Maria Bayo, o cravista francês Piere Hantaï e o Coro da Arena de Verona.

No concerto de abertura vai ser estreada uma composição da autoria do jovem compositor português Alexandre Delgado, uma forma de «fazer uma aproximação entre a música do passado e do presente», realça José António Falcão.

A composição “Peregrinação Interior: Cinco Sonetos Quinhentistas para soprano e piano”, a partir de sonetos de Camões e outros poetas quinhentistas, faz parte do programa do concerto de abertura – “Ad Limina” –, agendado para 2 de abril na igreja de Santiago Maior, em Santiago do Cacém, com interpretações de María Bayio e Divino Sospiro.

Peregrinações – No 3.º Centenário de D. Maria Bárbara, princesa de Portugal e rainha de Espanha” é o nome do segundo concerto, com a participação de Pierre Hantaï, a 16 de abril na igreja Matriz de Santo Ildefonso (Almodôvar).

A terceira sessão, “Para Lá do tempo”, decorre a 30 de abril na Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição, em Castro Verde, contando com interpretações do Coro da Arena de Verona e Alexandre Delgado, entre outros.

Diálogos” é o título para o concerto de 28 de maio na Igreja Matriz de São Cucufate, em Vila de Frades (Vidigueira). Entre outros participam os pianistas Miguel Borges Coelho e Marta Zabaleta.

Leste/Oeste”, com composições de Sofia Gubaidulina, na igreja de Nossa Senhora da Assunção, em Grândola, a 18 de junho, e “En Plein Air”, a 9 de julho, na igreja da Misericórdia de Beja, com a Banda Filarmónica da GNR e o tenor Mário João Alves, completam o programa.

Desde a sua criação, em 2003, o “Terras sem Sombra” tem vindo a despertar cada vez mais interesse entre o público nacional, contando também com uma importante fatia de visitantes das regiões espanholas da Estremadura e Andaluzia.

José Carlos Patrício (Agência Ecclesia), Rádio Voz da Planície, Rui Martins
in SNPC

sexta-feira, 18 de março de 2011

Festival Internacional de Órgão de Lisboa

Começa hoje a XIII sessão do Festival Internacional de Órgão de Lisboa. Além de ser uma viagem pela história da música, também é uma viagem a algumas das mais belas Igrejas da diocese e a oportunidade rara de ouvir os Órgãos a cumprir a sua vocação para a qual foram construídos.

Sexta-feira 18 de Março 21h30
Igreja dos Jerónimos
CONCERTO DE ABERTURA
F. Liszt | J. Rheinberger | Tomás Luis de Victoria
João Vaz, órgão
António Duarte, órgão
Manuel Rebelo, barítono
Concertus Antiquus
Vítor Roque Amaro, direcção

Domingo 20 de Março 21h30
Basílica da Estrela

MÚSICA ITALIANA

Maurizio Croci, órgão

Quinta-feira 24 de Março 21h30
Igreja de Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha)
CANTO GREGORIANO E IMPROVISAÇÃO
Antoine Sibertin-Blanc, órgão
Coro Gregoriano de Lisboa
Maria Helena Pires de Matos, direcção

Sexta-feira 25 de Março 21h30
Igreja de São Roque
J. S. BACH
Javier Artigas Pina, órgão

Sábado 26 de Março 21h30
Igreja de São Vicente de Fora

HOMENAGEM A PABLO BRUNA

Javier Artigas Pina, órgão

Segunda-feira 28 de Março 21h30
Igreja Evangélica Alemã

MÚSICA ALEMÃ PARA CANTO E ÓRGÃO NO FINAL DO SÉCULO XIX

António Esteireiro, órgão
Armando Possante, barítono

Sexta-feira 1 de Abril 21h30
Igreja Evangélica Alemã

MÚSICA ALEMÃ

Franz Loerch, órgão

Domingo 3 de Abril 11h30
Igreja de São Nicolau

MISSA DO FESTIVAL

Sérgio Silva, órgão

Domingo 3 de Abril 21h30
Basílica do Palácio Nacional de Mafra
CONCERTO DE ENCERRAMENTO: OS SEIS ÓRGÃOS DA REAL BASÍLICA DE MAFRA
João Vaz, Rui Paiva, António Esteireiro, António Duarte, Sérgio Silva, Isabel Albergaria, órgãos
Coral Lisboa Cantat
Jorge Alves, direcção

O programa completo aqui

sexta-feira, 11 de março de 2011

Encerramento de Festival de Órgão em Santarém

Concerto de Encerramento do I Ciclo de Órgão de Santarém

Domingo, 13 de Março às 16:00 na Sé Episcopal de Santarém


Programa:
Canto gregoriano
Improperia da Semana Santa

Orlando di Lasso (c.1532-1594)
Lagrime di San Pietro
Il Magnanimo Pietro (Madrigali spirituali)
Qual a l’incontro (Madrigali spirituali)
Vide homo (Motetto)

Heinrich Schütz (1585-1672)
Passions-motetten (“CANTIONES SACRAE” Nr. IV-VIII, SWV 56-60)
Quid commisisti (Was hast du verwirket) (Prima Pars) SWV 56 *
Ego sum tui plaga doloris (Ich, o ich bin die Qual deine Schmerzen) (Secunda Pars) SWV 57 *
Calicem salutaris (Ich will den Kelch des Heiles) (Quinta Pars) SWV 60 *

John Blow (1649-1708)
Anthem: Salvator Mundi, salva nos (Cantiones Sacrae 1675) *

Atribuído a D. João IV de Portugal (1604-1656)
Crux fidelis *

Maurice Duruflé (1902-1986)
Quatre motets sur des thèmes grégoriens op. 10
(1.) Ubi caritas et amor

Anton Bruckner (1824-1896)
Graduale: Christus factus est

Johannes Brahms (1833-1897)
Geistlisches lied, op. 30
Lass dich nur nichts nicht dauren **

Eurico Carrapatoso (1962)
Quatro motetes para um tempo de Paixão
O vos omnes

John Rutter (1945)
A Clare Benediction **

Intérpretes:
Pequenos Cantores da Basílica da Estrela
Pequenos Cantores de São Francisco

Ensemble Studio Contrapuncti
Mariana Moldão Martins, Marisa Figueira | soprano
Catarina Saraiva, Michelle Rollin Rodrigues | contralto
Frederico Nobre Projecto, André Baleiro | tenor
Armando Possante, Ricardo Martins | baixo

David Paccetti Correia | órgão
Pedro Rollin Rodrigues | direcção

* Órgão positivo
Construção: 1966, Franz Schreirer (Thierhaupten, Alemanha).

** Órgão maior
Construção: 1835, James Chapman Bishop (Grã Bretanha); restauro: 2008, Nuno Rigaud.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Boxe às cegas: viver às claras

Lisboa é uma cidade de festivais. Cada vez há mais eventos de grande qualidade, a nível internacional, que chegam à capital portuguesa. O doc Lisboa não é excepção. Esta mostra de documentários tem-nos aberto mundos desconhecidos e tem-nos brindado com notáveis trabalhos de realização.

Deixei passar em branco nas mensagens do blogue o doc Lisboa 2010, e desde já me desculpo. Mas redimo-me agora escrevendo uma opinião de algo que lá vi e me deixou marcas profundas. Refiro-me ao Combate às escuras de Miguel Clara Vasconcelos. Este documentário foi precedido pelo Documento Boxe, do mesmo realizador e centrado na vida do mesmo protagonista. Documento Boxe é bastante anterior e inroduz-nos ao mundo do boxe em Portugal - mundo este que, confesso, me dizia muito pouco. São os sonhos, a dedicação, o amor à camisola, o trabalho e as paixões dos desportitas e dos treinadores.

Combate às escuras foi, para mim, um balde de água fria - no bom sentido. Fui vê-lo sem saber ao que ia. É a história de um desses atletas, que começou a perder drasticamente a visão. Fala-nos de como ele encara a vida e os acidentes de percurso; é um retrato profundo deste homem com uma força de vontade notável e uma capacidade inacreditável de dar a volta e de se adaptar às novas  condicionantes. Confesso que este documentário me comoveu profundamente. Esta garra, esta perseverança, este amor à vida são uma grande lição e não me podem deixar indiferente.

Claro que devo dizer que também gostei da fotografia e dou os meus parabéns ao realizador pelo magnífico trabalho que fez.

Cito a nota sobre o filme associada ao festival:
"Cinco anos após o aclamado “Documento Boxe”, que retrata o universo dos combatentes de boxe em Lisboa, Miguel Clara Vasconcelos volta a filmar a sua personagem principal. Jorge Pina, pugilista profissional, deixou de poder combater.
A sua arte destruiu-lhe a visão e, apesar de várias operações cirúrgicas, ou por causa delas, apenas consegue ver 10% de um dos olhos. Acompanhamos o seu esforço diário para se adaptar à sua nova condição enquanto se prepara para um novo desafio. Recusando o estatuto de “inválido”, ressurge na cena desportiva como um atleta invisual."
http://www.doclisboa.org/pt_filmesAaZ/filmes/filmeC09.php

Outro resumo:
"Um sacrifício humano e a ironia do destino fazem deste boxeur um exemplo de vida

Jorge Pina, pugilista profissional, deixou de poder combater. A sua `arte´ destruiu-lhe a visão e, apesar de várias operações cirúrgicas, ou por causa delas, apenas consegue ver 10 por cento de um dos olhos. Pina, o protagonista de `Documento Boxe` (2005), combina tragédia com persistência. Enquanto o vemos nas aulas de braille e no seu esforço diário para se adaptar à sua nova condição, interiormente prepara-se para um novo desafio. Recusando o estatuto de `inválido´, ele ressurge na cena desportiva como um atleta invisual. Consegue então encontrar um guia compatível com empenho e porte físico suficientes para o acompanhar nos treinos e nas maratonas onde compete. Em menos de dois anos, torna-se num dos representantes de Portugal nos Jogos Paralímpicos de 2008, em Pequim. Há, nesta história de vida, alguns paralelismos com a vida do bíblico Job, que foi sujeito às piores provações, sem nunca perder a sua fé. Também Jorge Pina soube conservar a esperança e ´Combate às Escuras´ é uma parábola sobre o sacrifício humano e a ironia do destino, onde um lutador, depois de perder uma faculdade tão importante como a visão, obtém maior reconhecimento ainda, conseguindo a medalha de ouro na Maratona de Paris. Como ele disse uma vez, ´sei que um dia ainda vou ser muito feliz´. Este documentário é também a história de uma amizade entre o realizador e o ´actor´, construída ao longo de 5 anos e filmada periodicamente, desde o início do primeiro filme."
in RTP
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=26924&e_id=&c_id=8&dif=tv

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Um festival de filmes de Arte em Lisboa

O festival TEMPS D'IMAGES está prestes a acontecer. É ums selecção de filmes sobre (e de) Arte do ano 2010. Não é propriamente cinema... é outra coisa: são filmes de autor, filmes sobre autores ou obras das diferentes disciplinas artísticas.

O festival acontece entre os dias 11 e 14 de Novembro, no Espaço Nimas (antigo cinema Nimas) em Lisboa, em plena Avenida 5 de Outubro (metro Saldanha).

Aqui links com todo o programa e detalhes do festival.

http://www.tempsdimages-portugal.com/2010/programa/21_premios_program.html

http://www.tempsdimages-portugal.com/2010/calendario.html
http://www.tempsdimages-portugal.com/2010/info.html
http://www.tempsdimages-portugal.com/2010/

domingo, 26 de setembro de 2010

Último dia do festival de cinema

A edição do Queer Lisboa 14 terminou em grande. A Argentina saiu vencedora com prémios de melhor filme, melhor actor e melhor actriz (que foi partilhado pelas três actrizes do filme) em El Último Verano de la Boyita (de Julia Solomonoff), Plano B (de Marco Berger) e novamente El Último Verano de la Boyita. Open (de recebeu menção honrosa no prémio de melhor filme. O melhor documentário foi o sueco Angrarna – Regretters de Marcus Lindeen e menção honrosa para I Shot My Love do israelita Tomer Heymann. A melhor curta-metragem votada pelo público foi Toiletzone, realizada por Didier Blasco (França).


Tudo o que vi neste último dia de festival foi de muita qualidade, passo a referir:


Os filme El Cónsul de Sodoma, de Sidfrid Monléon (Espanha, 2009) e Plan B, de Marco Berger (Argentina, 2009). Realço este último pelo tema explorado ao longo do filme: a procura da identidade e a descoberta paciente de um amor construído com base na amizade. A fotografia é belíssima, assim como a interpretação (bem atribuído o prémio de melhor actor a Lucas Ferraro) e a credibilidade da narrativa, porque descobrir quem se é e como se ama é uma construção morosa, irregular, dolorosa e pouco evidente... e assim é na vida. Um filme que respira.


Os dois documentários excelentes (para mim os melhores do festival):
Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez (Brasil, 2009) sobre um grupo de artistas, performers, dançarinos, actores e cantores que revolucionaram o panorama artístico brasileiro e a própria vivência da sexualidade nesse país. São de facto artistas de uma qualidade excepcional e vanguardista, à frente do seu tempo e apagados pela ditadura militar. O trabalho de pesquisa foi notável e é um documentário maravilhoso que me marcou profundamente.


I shot my love de Tomer Heymann (Israel e Alemanha, 2010), um pungente retrato das relações afectivas do realizador. Ele conduz-nos através dos seus olhos (câmara) e dá-nos a conhecer as pessoas que mais ama (o seu namorado, a sua mãe), e simultaneamente o próprio realizador é-nos revelado, assim como mensagens essenciais e universais tão importantes quanto o sentido de uma relação a dois, o acompanhamento familiar, a amizade, a cumplicidade, a coragem, o perdão... E a trama tece-se em contextos delicados de passado e presente, fossos culturais e humanos. Soberbo e marcante.

mais sobre os prémios
http://dezanove.pt/2010/09/25/q-os-vencedores-do-queer-lisboa-14-4632
mais opiniões sobre o festival
http://moradasdedeus.blogspot.com/2010/09/balanco-intermedio-do-festival-de.html
mais sobre I shot my love
http://www.ishotmylove.com/

sábado, 25 de setembro de 2010

Balanço intermédio do festival de cinema gay e lésbico de Lisboa



Perfect Day
 Não é um balanço final, pois amanhã é o último dia. Em relação a anos passados não considero que os filmes que vi tenham tido o mesmo impacto e a mesma qualidade. Vi muitos, perdi alguns que gostaria de ver... Mas considero pouco preocupante a minha constatação, pois sei que os anos não são todos iguais e que os filmes são como o vinho: há melhores e piores colheitas.
Mas gostaria de realçar alguns dos filmes que mais gostei:

Longas metragens:
BoY, de Auraeus Solito (Filipinas, 2009)
Tú Eliges, de Antonia San Juan (Espanha, 2009) - sem dúvida o melhor filme que vi no festival

Documentários:
Daniel Schmid - Le chat qui pense, de Pascal Hofmann e Benny Jaberg (Suíça, 2010)

Curtas:
Caníbales, de Juanma Carrillo (Espanha, 2009)
Amateur, de Daniel Treviño (EUA, 2009)
In their room, de Travis Mathews (EUA, 2009)
Matthew, de Menelaou e Rueberg (EUA, 2009)
e realço as seguintes enquanto objectos artísticos muito interessantes e irreverentes:
If shoe fits e Believe it, de Chris Scherer (Austrália, 2008 e 2009)
Burning Palace, de Mara Mattuschka e Chris Haring (Áustria, 2009)

Não posso deixar de louvar o documentário português, principalmente pelo simples facto de ter sido feito e pelo tema abordado. E agradecer à nossa equipa de Rugby gayfriendly (Dark Hourses) por existirem e por fazerem um extraordinário trabalho. Contudo não apreciei todos os tiques de realização. Achei inoportunas as citações e a interrupção que estas causam no todo da obra (desculpa Luís, mas parece-me que revelaste demasiado o teu universo) e lamento - já que a equipa tenta combater lugares comuns e estereotipos - que alguns estereotipos tenham passado pelo écran, nomeadamente a aparência de todos os jogadores serem ricos e terem casas fantásticas. Mas aqui fica a referência, pois vale a pena ver.
Boys Just Wanna Have Fun, de Luís Hipólito e Margarida Moura (Portugal, 2010)

E amanhã há mais. Não faltam filmes e documentários para ver no último dia do Queer 14
http://moradasdedeus.blogspot.com/2010/09/queer-lisboa-14.html

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Activista russo detido e ameaçado pelas autoridades

Nikolai Alekseev, organizador do Pride de Moscovo foi detido pelas autoridades russas como forma de o obrigar a desistir das queixas no Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

A ILGA Europe indica que Nikolai foi detido e intimidado a abandonar as suas queixas contra a Federação Russa no Tribunal Europeu de Direitos Humanos relativas às recorrentes violações do direito de livre reunião de pessoas LGBT na Rússia.

No mesmo dia a cerimónia de abertura do Festival Cultural Queer em São Petersburgo foi cancelada e todo o festival corre o sério risco de ser banido depois de uma recomendação da administração da cidade que classifica o Festival de "propaganda da homossexualidade".

Segundo a ILGA Europe a atitude do governo da Rússia é consequência do facto de que compreenderam que iria ser condenado pelo TDH e passaram a medidas desesperadas de intimidação, ameaças e rapto para o evitar.
http://portugalgay.pt/news/160910D/russia:_activista_lgbt_detido_e_ameacado_pelas_autoridades

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

1000 visitas no contador e os 1001 filmes nas noites de Lisboa

Começou na sexta o queer 14, festival de cinema gay e lésbico de Lisboa. É uma semana em que há várias sessões por dia, sempre com filmes, documentários, curtas-metragens ou mesmo espectáculos ou conferências. Em suma, uma semana cultural em que a temática da homossexualidade é abordada sob o escopro de vários autores, de muitíssimos países e com diferentes aparências. Já tenho ido noutros anos e recomendo.
Ver mais informações em:
Fica ainda uma nota de rodapé:
Desde Julho, o quinto mês do blogue, foram registadas mais de 1000 visitas ao moradas de deus e um total de 3256 desde o início do blogue.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Queer Lisboa 14

Queer Lisboa não é apenas um festival de cinema gay e lésbico, mas também é o mais antigo festival de cinema da capital portuguesa (em 2010 é a 14ª edição). Este ano decorre de 17 a 25 de Setembro no Cinema S. Jorge.

O Festival conta com um total de 118 filmes, sendo, uma vez mais, os EUA o país mais representado, com um total de 30 filmes. Destaque este ano para a presença da cinematografia Suíça, com um total de 12 títulos – o segundo país mais representado, a par da França. O Queer Lisboa retomou também este ano um importante investimento no Cinema Espanhol, com um total de 10 títulos.

O festival já se afirmou com um marco para a cultura portuguesa. Todos os anos são nele mostrados filmes de grande qualidade que não passam pelos normais circuitos comerciais.

O Júri Internacional do Queer Lisboa 14 é composto, na Secção Competitiva para a Melhor Longa-Metragem, por Rita Blanco (Actriz, Lisboa), José Luís Peixoto (Escritor, Lisboa), Michèle Philibert (Programadora, Marselha), Gorka Cornejo (Realizador, San Sebastián) e Thomas Abeltshauser (Crítico de Cinema, Berlim).

O Júri Internacional da Secção Competitiva para o Melhor Documentário é composto por Veronika Minder (Realizadora, Berna), Rui Pedro Tendinha (Crítico e Programador de Cinema, Lisboa), e Adília Godinho (Jornalista da RTP, Lisboa).

Este ano, o Festival conta com a RTP como Televisão Oficial.

para mais informações e programa
site oficial

Porque estou aqui

Sinto-me privilegiado por ter encontrado na Igreja um lugar vazio, feito à minha medida. É certo que tê-lo encontrado (ou encontrá-lo renovadamente, pois não é dado adquirido) foi também mérito da minha sede, do meu empenho, de não baixar os braços e achar, passivamente, que não seria possível. Passo a contextualizar: a comunidade onde vou à missa é pequena e acolhedora, e podia bem não o ser. Ao mesmo tempo, sentia um desejo grande de reflexão de vida cristã e encontrei um casal (heterosexual) que tinha a mesma vontade. Começámo-nos a reunir semanalmente numa pequena comunidade de oração e reflexão que, apesar de crítica, nos tem ajudado a sermos Igreja e a nela nos revermos. Paralelamente, face ao contínuo desencanto em relação a algumas posturas e pontos de vista de uma Igreja mais institucional e hierárquica, tive a graça de encontrar um grupo de cristãos homossexuais, que se reuniam com um padre regularmente, sem terem de se esconder ou de ocultar parte de si.

Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.

Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.

Este blogue também é teu

São benvindos os comentários, as perguntas, a partilha de reflexões e conhecimento, as ideias.

Envia o link do blogue a quem achas que poderá gostar e/ou precisar.

Se não te revês neste blogue, se estás em desacordo com tudo o que nele encontras, não és obrigado a lê-lo e eu não sou obrigado a publicar os teus comentários. Haverá certamente muitos outros sítios onde poderás fazê-lo.

Queres falar?

Podes escrever-me directamente para

rioazur@gmail.com

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Nota: por vezes pode demorar algum tempo a responder ao teu mail: peço-te compreensão e paciência. A resposta chegará.

Os textos e as imagens

Os textos das mensagens deste blogue têm várias fontes. Alguns são resultados de pesquisas em sites, blogues ou páginas de informação na Internet. Outros são artigos de opinião do autor do blogue ou de algum dos seus colaboradores. Há ainda textos que são publicados por terem sido indicados por amigos ou por leitores do blogue. Muitos dos textos que servem de base às mensagens foram traduzidos, tendo por vezes sofrido cortes. Outros textos são adaptados, e a indicação dessa adaptação fará parte do corpo da mensagem. A maioria dos textos não está escrita segundo o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, pelo facto do autor do blogue não o conhecer de forma aprofundada.

As imagens que ilustram as mensagens são retiradas da Internet. Quando se conhece a sua autoria, esta é referida. Quando não se conhece não aparece nenhuma referência. Caso detectem alguma fotografia não identificada e conheçam a sua autoria, pedimos que nos informem da mesma.

As imagens são ilustrativas e não são sempre directamente associáveis ao conteúdo da mensagem. É uma escolha pessoal do autor do blogue. Há um critério de estética e de temática ligado ao teor do blogue. Espero, por isso, que nenhum leitor se sinta ofendido com as associações livres entre imagem e conteúdo.

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