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A diversidade na Igreja
"A casa do meu Pai tem muitas moradas", diz-nos Jesus no evangelho.
A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.
A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.
Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?
A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.
A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.
Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?
Um blogue para cristãos homossexuais que não desistiram de ser Igreja
Porquê este blogue?
Este blogue é a partilha de uma vida de fé e é uma porta aberta para quem nela quiser entrar. É um convite para que não desistas: há homossexuais cristãos que não querem recusar nem a sua fé nem a sua sexualidade. É uma confirmação, por experiência vivida, que há um lugar para ti na Igreja. Aceita o desafio de o encontrares!
Este blogue também é teu, e de quem conheças que possa viver na carne sentimentos contraditórios de questões ligadas à fé e à orientação sexual. És benvindo se, mesmo não sendo o teu caso, conheces alguém que viva esta situação ou és um cristão que deseja uma Igreja mais acolhedora onde caiba a reflexão sobre esta e outras realidades.
Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.
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Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.
Documentos em destaque no blogue
- Eles são católicos, homossexuais e praticam: testemunhos na Pública
- Viver como cristãos a condição homossexual
- Carta sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais
- O Caminho das pedras: artigo do Expresso sobre hom...
- Deus bem-me-quer
- "Eu posso crer no amanhã" Discurso em Ética da Reciprocidade: Líderes Religiosos LGBTI em diálogo na ONU | "We can face tomorrow" Speech on Ethics of Reciprocity: UN Dialogue of LGBTI Religious Leaders
- Carta ao Sínodo da Organização Mundial das Associações Homossexuais Católicas
- Rumos da discussão eclesial sobre a questão gay, p...
- Considerações sobre os projectos de Reconhecimento Legal das Uniões entre pessoas homossexuais: um documento de 2003 (Congregação para a Doutrina da Fé, Vaticano)
- Entrevista Exclusiva do Papa Francisco às revistas dos Jesuítas por P. Antonio Spadaro S.J.
- Um estudo da realidade da Homossexualidade em Portugal
- Glossário LGBTI de A a Z
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segunda-feira, 26 de março de 2018
Pina Bausch: a imperfeição do amor
PINA BAUSCH (1940-2009): o método e o amor
Viktor. 1986
Em 1982, algum tempo antes de Dezembro, no estúdio de Wuppertal onde concebia as suas obras, é certo que Pina Bausch se sentou com os seus colaboradores e bailarinos e lhes perguntou: digam ou façam ”qualquer coisa sobre o primeiro amor”; “como imaginavam o amor quando eram crianças?”; “duas frases sobre o amor”; “como imaginam o amor?”; “se alguém vos quer obrigar a fazer amor, como reagem?”; destas questões saíram os gestos, movimentos, cenas, situações, narrativas ou micronarrativas de Nelken, como de muitas outras questões nasceram muitas outras obras.
Trata-se, ou tratava-se, como se sabe, do método de trabalho criativo coreográfico de Pina Bausch. Para cada obra, tinha a autora um sortido de palavras, palavras soltas, que depois se combinavam em expressões, questões, frases – por exemplo, se se partia da palavra “ternura”, podia-se ir parar à necessidade de “seres terno contigo mesmo”, e daí para uma sucessão de ocorrências que geravam uma obra de teatro ou de dança ou de teatro-dança.
Todas as obras de Pina Bausch assim começavam: na relação entre questões e improvisação, das questões e a partir das questões, era necessário fazer dezenas, centenas, milhares (como a autora referia) de perguntas aos bailarinos, era, consequentemente, necessário em absoluto ficar suspenso naquele impressivo fio da navalha e naquela angústia de estar “dependente” dos outros para fazer nascer a obra própria, os movimentos despegados da coesão clássica do próprio movimento (e da sua narratividade), chegar à história para aportar ao fragmento. Ora, a angústia resultava do facto de, “por vezes, não sair nada”. Inevitavelmente.
Nunca é pois demais sublinhar que em Bausch a palavra antecedia o movimento, a conversa, o diálogo, aquela estranha comunhão autoral colectiva (sim, porque não?), antecedia a decisão autoral individual que aproximava, quando aproximava, a obra daquilo que ainda, apesar de tudo se chamava “Dança” (e note-se que todos os seus bailarinos tinham – têm – rigorosa formação clássica). Este método é interessantíssimo no actual contexto da produção e da valorização, digamos, capitalista, pois daqui não só poderia sair “nada” (uma “improdução” absoluta e estética), como, a sair, saía muito lentamente, Bausch falava sempre do tempo largo que necessitava para criar (juntamente com os “seus”). Temos, portanto, primeiro o nada, depois o fragmento, depois a pergunta, a resposta, a frase e a arte de uma cerzideira de restos ou “totalidades” que embatiam noutras “totalidades” sem formar UMA “totalidade”.
É extremamente interessante também ler relatos de alguns bailarinos(as) de formação clássica que precisavam de trabalhar o corpo em exercícios regulares técnicos e, em vez disso, tinham de se sujeitar a estes jogos de perguntas/respostas ou, acima de tudo, creio-o bem, sessões de contenção corporal, de, como diria Alain Badiou noutro contexto, gestos de “negação da obediência imediata a impulsos”. A dança era uma espécie de negação de si mesma, isto se entendêssemos a dança como a arte de “obedecer ao impulso”, que aqui era banida, pois tratava-se antes de “guardar”, “esperar”, habitar o tempo sem limite de tempo (se fosse caso disso).
Maurice Nadeau, em 1958, falava do surrealismo como de um cruzamento entre o maravilhoso, o inconsciente, o sonho e a loucura, e os estados alucinatórios. Será este o contexto da obra de Pina Bausch? Muitos ligam-na ao surrealismo, outros ao dadaísmo, outros a ambos (o Routledge Companion to Theatre and Performance), recordando não apenas o contexto da dança expressionista, mas também autores como Alfred Jarry ou Artaud.
Quanto a mim, recordo-me de me ter “zangado” com este universo ao ver, pela primeira vez (depois de ter visto várias peças), a obra Viktor, realizada a partir de uma estadia em Roma (que inauguraria uma série de obras que resultavam das famosas relações entre a companhia de Bausch e cidades em particular, por onde passaria também Lisboa, na obra Mazurca Fogo). Porque vi ali um registo de pessimismo e de incomunicabilidade que se me afigurava demasiado insistente. Mas, pouco depois, li correctamente tudo ao contrário, e, em Café Müller, de 1978, tornara-se claro que um dos temas da autora era o amor. Neste lúgubre café há um inesquecível “encontro” entre o bailarino eleito de Bausch, Dominique Mercy, e uma mulher: ela sobe para o colo de Mercy, abraça-o, ele aparentemente nada faz (apesar de ser “ensinado” por um terceiro) e ela cai ao chão – tudo se repete infinitas vezes. Pode não parecer, mas Mercy é o paradigma ou símbolo do amor, nesta situação aflitiva. Porque o amor não é um contrato fechado, completo e pelo menos desde S. Paulo sabemos que só o ser incompleto pode amar. Mercy, assim, nunca se “completa” com a mulher que se lança infindas vezes aos seus braços – por isso, o infinito pode repetir-se até ao infinito. É este o retrato da infinitude e da imperfeição do amor.
domingo, 18 de março de 2018
O movimento do corpo humano: contemplar o círculo
Lost in Motion
terça-feira, 17 de outubro de 2017
sábado, 2 de julho de 2011
Festival ao Largo 2011
Festival ao Largo 2011 - Exterior ao Teatro S. Carlos
30 Jun a 31 Jul
Programação Festival ao Largo 2011
30 Jun( 5ª F)
1001 Noites
Orquestra Gulbenkian
Susana Gaspar, soprano
Martin André, direcção musical
2 Jul( Sábado)
Polichinelo e O Amor Feiticeiro
Orquestra Gulbenkian
Patrycja Gabrel, soprano
Joana Nascimento, contralto
Mário João Alves, tenor
João Fernandes, baixo
Pedro Neves, direcção musical
4, 5 Jul( 2ª e 3ª F)
Músicas do Mundo - Canto Harmónico de Tuva
Ensemble TUVA (República de Tuva, Rússia)
7, 8 Jul( 5ª e 6ª F)
Estrelas e Planetas
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Jorge Vaz de Carvalho, barítono
Julia Jones, direcção musical
9, 10 Jul( Sábado e Domingo)
Noite Italiana
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Cesário Costa, direcção musical
13, 14 Jul( 4ª e 5ªF)
Diálogos, Piano & Percussão
Mário Laginha e Bernardo Sassetti, piano
Elizabeth Davis, Pedro Carneiro, percussão
Artur Pizarro e Vita Panomariovaite, piano
16, 17 Jul( Sábado e Domingo)
Baile Vienense
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Peter Guth, direcção musical
19 Jul(3ªF)
Noites de Ópera: Os Grandes Coros
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Kodo Yamagishi, piano
Giovanni Andreoli, direcção musical
22, 23 Jul( Sábado e Domingo)
Noites de Ópera: Grandes Aberturas
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Martin André, direcção musical
27, 28 Jul ( 4ª e 5ª F)
Uma coisa em forma de assim
Companhia Nacional de Bailado
Co-criação de 9 Coreógrafos
Música e Interpretação de Bernardo Sassetti (Piano)
30, 31 Jul( Sábado e Domingo)
Noite de Ronda
Companhia Nacional de Bailado
Olga Roriz, coreografia
terça-feira, 5 de abril de 2011
Deus sabe dançar
Creio num Deus que dança
Nietzsche deixou escrito, sublinhando bem a negativa, que não acreditaria num Deus que não dance. Muitas vezes, mesmo se colocado noutro ponto de vista, me apetece ajuntar: eu também. De facto, aquilo que parece ser apenas um severo emblema para a suspeita da não-existência de Deus, pode, ao contrário, tornar-se em proclamação crente da sua presença no tempo.
Acredito num Deus que dança: isto é, num Deus que não se isenta do devir, nem permanece neutral em relação às nossas histórias. Acredito num Deus imiscuído, engajado, detetável até pelo impreciso radar dos sentidos, suscetível de ser invocado pelos motores de busca das nossas persistentes interrogações ou do nosso silêncio. Deus não está unicamente para lá da fronteira do pensável e do dizível: está também aquém; nós vivemos no espanto interminável da sua presença; e as nossas palavras, por pobres que sejam, constituem pontes de corda lançadas sobre a amplidão do seu mistério.
Como me revejo nessa página terrível e extraordinária que Elie Wiesel escreveu, no romance “A noite” (e, de facto, quantas noites a nossa Fé é chamada, todas as horas, a atravessar?). Atrevo-me a reproduzi-la aqui:
«Os S.S. pareciam mais preocupados, mais inquietos do que o costume. Enforcar uma criança diante de milhares de espectadores não era coisa qualquer. O chefe do campo leu a sentença. Todos os olhos estavam fixos no menino. Ele mantinha-se lívido, quase calmo, mordendo os lábios. A sombra da forca projetava-se sobre ele.
Dessa vez, o lagerkapo negou-se a servir de carrasco. Três S.S. o substituíram.
Os três condenados subiram para as suas cadeiras. Os três pescoços foram introduzidos nos nós corrediços ao mesmo tempo.
- Viva a liberdade! – gritaram os dois adultos.
O pequeno, calado.
- Onde está o bom Deus, onde está Ele? – alguém perguntou atrás de mim.
A um sinal do chefe do campo, as três cadeiras foram derrubadas.
Silêncio absoluto em todo o campo. No horizonte, o sol estava a pôr-se.
- Descubram a cabeça! – berrou o chefe do campo. Sua voz era rouca. Quanto a nós, estávamos chorando.
- Cubram a cabeça!
E começou o desfile. Os dois adultos já não viviam. Mas a terceira corda não estava imóvel: tão leve, o menino ainda vivia…Por mais de meia hora ele ficou assim, lutando entre a vida e a morte, agonizando diante dos nossos olhos. E tínhamos de olhá-lo bem de frente. Ainda estava vivo quando passei diante dele. Atrás de mim, ouvi o mesmo homem perguntar:
- E então, onde está Deus?
E senti em mim uma voz que lhe respondia:
- Onde está Ele? Ei-Lo – está aqui, nesta forca».
Crer num Deus que dança implica reconhecê-lo suspenso da corda das vítimas de todos os tempos, pregado ao silêncio do sofrimento injustificável, amordaçado por todas as formas de violência que se abatem sobre o homem. Crer num Deus que dança é crer que na nossa noite, entregues à solidão e aos seus terrores, nós não estamos sós. Como não estamos sós na ronda da nossa esperança. Deus faz da sinfonia inacabada do nosso júbilo a primeira palavra da sua alegria.
José Tolentino Mendonça
In Diário de Notícias (Madeira), publicado em SNPC
In Diário de Notícias (Madeira), publicado em SNPC
sexta-feira, 4 de março de 2011
Uma semana de Cultura angolana, em Lisboa
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| baía de Luanda |
1ª Mostra da Cultura Angolana
O Chapitô Colectividade Cultural e Recreativa de Santa Catarina, numa co-produção com a Casa de Angola, promove, entre os dias 01 e 08 de Março de 2011, a I Mostra da Cultura Angolana a qual integra apontamentos de literatura, música, dança, teatro, artes plásticas e gastronomia bem como acções de apoio social às comunidades angolana e portuguesa materializadas em rastreios de saúde e aconselhamento médico.
Esta acção pretende, de igual forma, apoiar as iniciativas culturais levadas a cabo por comunidades de expressão portuguesa, promovendo a interculturalidade e a troca de saberes.
O Chapitô CCRSC e a Casa de Angola promovem, também, tertúlias e reflexões acerca do papel da mulher nas sociedades africanas e portuguesa.
Programa
01 de Março, 22h, Bartô do Chapitô
Literatura: Sessão de Autógrafos “Verdades Ocultas”, de Idalina Santos
Música: Tony Jackson
02 de Março, 22h, Bartô do Chapitô
Comemoração do Dia da Mulher Angolana
Tertúlia: O papel da mulher na sociedade angolana - Dr.ª Maria de Lourdes Policarpo e Dr.ª Regina Rosa Cardoso Corado
Literatura: Declamação de Poesia - Cármem Filomena e Lourdes Félix
Sessão de Autógrafos “Sabor a Maboque”, de Dulce Braga
Música: Duas Vozes Angolanas: Garda e Té Macedo
03 de Março, 22h, Bartô do Chapitô
Teatro: Leitura Encenada pelo Teatro Griot - “Os vivos, o morto e o peixe frito”, de Ondjaki
Artes Plásticas e Literatura Projecto de Instalação e Poesia: Mito Elias
Música: Prince Wadada
04 de Março, 22h, Bartô do Chapitô
Literatura: Grandes poetas de Angola
Dança: Ballet Tradicional - Grupo KILANDUKILU
Novas Tendências: RAP e Kuduro - PM
05 de Março, 16h, Esplanada do Chapitô
Feira de Artes
Gastronomia Tradicional
Rastreio Médico: Doenças Cardiovasculares, avaliação da tensão arterial, colesterol, glicemia capilar a aconselhamento médico - Coordenação: Dr. Emanuel Figueiredo em parceria com a ANMAP – Associação Nacional dos Médicos Angolanos em Portugal
05 de Março, 22h, Bartô do Chapitô
Música: Eduardo Paim
DJ Session: Lady G. Brown
Informações
I Mostra da Cultura Angolana
De 01 a 08 de Março de 2011
Entrada Livre
Chapitô
Costa do Castelo 1/7, Lisboa
Telefone: 218 855 550
Fax: 218 861 463
Casa de Angola
Travessa da Fabrica das Sedas, nº7, Lisboa
Telef. 21 386 3496
Conhecer mais sobre o Chapitô
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Porque estou aqui
Sinto-me privilegiado por ter encontrado na Igreja um lugar vazio, feito à minha medida. É certo que tê-lo encontrado (ou encontrá-lo renovadamente, pois não é dado adquirido) foi também mérito da minha sede, do meu empenho, de não baixar os braços e achar, passivamente, que não seria possível. Passo a contextualizar: a comunidade onde vou à missa é pequena e acolhedora, e podia bem não o ser. Ao mesmo tempo, sentia um desejo grande de reflexão de vida cristã e encontrei um casal (heterosexual) que tinha a mesma vontade. Começámo-nos a reunir semanalmente numa pequena comunidade de oração e reflexão que, apesar de crítica, nos tem ajudado a sermos Igreja e a nela nos revermos. Paralelamente, face ao contínuo desencanto em relação a algumas posturas e pontos de vista de uma Igreja mais institucional e hierárquica, tive a graça de encontrar um grupo de cristãos homossexuais, que se reuniam com um padre regularmente, sem terem de se esconder ou de ocultar parte de si.
Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.
Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.
Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.
Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.
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São benvindos os comentários, as perguntas, a partilha de reflexões e conhecimento, as ideias.
Envia o link do blogue a quem achas que poderá gostar e/ou precisar.
Se não te revês neste blogue, se estás em desacordo com tudo o que nele encontras, não és obrigado a lê-lo e eu não sou obrigado a publicar os teus comentários. Haverá certamente muitos outros sítios onde poderás fazê-lo.
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Os textos e as imagens
Os textos das mensagens deste blogue têm várias fontes. Alguns são resultados de pesquisas em sites, blogues ou páginas de informação na Internet. Outros são artigos de opinião do autor do blogue ou de algum dos seus colaboradores. Há ainda textos que são publicados por terem sido indicados por amigos ou por leitores do blogue. Muitos dos textos que servem de base às mensagens foram traduzidos, tendo por vezes sofrido cortes. Outros textos são adaptados, e a indicação dessa adaptação fará parte do corpo da mensagem. A maioria dos textos não está escrita segundo o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, pelo facto do autor do blogue não o conhecer de forma aprofundada.
As imagens que ilustram as mensagens são retiradas da Internet. Quando se conhece a sua autoria, esta é referida. Quando não se conhece não aparece nenhuma referência. Caso detectem alguma fotografia não identificada e conheçam a sua autoria, pedimos que nos informem da mesma.
As imagens são ilustrativas e não são sempre directamente associáveis ao conteúdo da mensagem. É uma escolha pessoal do autor do blogue. Há um critério de estética e de temática ligado ao teor do blogue. Espero, por isso, que nenhum leitor se sinta ofendido com as associações livres entre imagem e conteúdo.
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