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A diversidade na Igreja

"A casa do meu Pai tem muitas moradas", diz-nos Jesus no evangelho.

A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.

A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.

Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?

Um blogue para cristãos homossexuais que não desistiram de ser Igreja

Porquê este blogue?

Este blogue é a partilha de uma vida de fé e é uma porta aberta para quem nela quiser entrar. É um convite para que não desistas: há homossexuais cristãos que não querem recusar nem a sua fé nem a sua sexualidade. É uma confirmação, por experiência vivida, que há um lugar para ti na Igreja. Aceita o desafio de o encontrares!

Este blogue também é teu, e de quem conheças que possa viver na carne sentimentos contraditórios de questões ligadas à fé e à orientação sexual. És benvindo se, mesmo não sendo o teu caso, conheces alguém que viva esta situação ou és um cristão que deseja uma Igreja mais acolhedora onde caiba a reflexão sobre esta e outras realidades.

Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.
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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Consequências da pornodependência

Como complemento do post anterior, publico uma notícia que faz reflectir sobre alguns efeitos que a dependência da pornografia podem ter na vida sexual de um homem

Pornografia pode estar a deixar os homens impotentes

A disfunção erétil causada pelo excesso de pornografia é cada vez mais frequente, diz um estudo citado pelo The Independent.

O estudo refere que um em cada dez jovens sofre de disfunção erétil devido à pornografia em excesso.

O Dr. Andrew Smiler, responsável por esta investigação, refere que o hábito de consumir pornografia em excesso é mais preocupante devido à maioria dos utilizadores serem jovens.

A investigação revela que, devido ao excesso de pornografia que os jovens consomem na internet, há o perigo de os jovens ficarem dependentes da pornografia para alcançar o orgasmo.

Pelo contrário, há também homens que, com a pornografia, desenvolvem uma hipersexualidade, estando constantemente excitados.

In SOL

Masturbação faz bem à saúde?

Habituados a ver a masturbação catalogada como um pecado mortal desde que nos deparamos com as transformações operadas durante a adolescência, importa abrir horizontes e conhecer outros pontos de vista sobre o suporto delito. Cito um artigo em português e o original (mais extenso) em inglês

Os benefícios da masturbação

Masturbação. Só a palavra deixa muitas pessoas coradas. Mas a verdade é que segundo um inquérito realizado nos EUA, 94% dos homens masturbam-se, bem como 85% das mulheres.

Mesmo assim, ainda existem muitos mitos sobre a masturbação: Há quem diga que pode provocar cegueira ou insanidade, ‘estragar’ os órgãos sexuais ou causar infertilidade.

A verdade é que a masturbação traz muitos benefícios, tanto para os homens como as mulheres.

No caso das mulheres, esta prática pode ajudar a prevenir infecções cervicais e urinárias através da dilatação do colo do útero. Esta dilatação acaba também por fortalecer o colo do útero, melhorando a circulação e fazendo com que as bactérias sejam mais rapidamente expelidas pelo organismo, lê-se no site britânico Independent.

Para além disso, a masturbação diminui o risco de desenvolver diabetes tipo 2, reduz as insónias e aumenta a resistência do pavimento pélvico (através das contracções que ocorrem durante o orgasmo), explica o mesmo site.

A masturbação é uma das formas mais ‘fáceis’ de atingir o orgasmo, que, só por si, traz muitos benefícios para a nossa saúde: Ajuda a reduzir o stress e a pressão arterial, aumenta a a auto-estima e reduz a sensibilidade à dor.

Para além disso, a masturbação é uma forma muito segura de se satisfazer sexualmente – “não existe o risco de engravidar ou de apanhar doenças sexualmente transmissíveis; não existe o risco de desapontar o parceiro ou de sofrer com a ansiedade que antecipa a ‘performance’ e não existe uma ‘bagagem emocional’”, descreve o Independent.

In SOL 


Masturbation: the health benefits

94% of men and 85% of women admit to masturbating
Conduct an internet search for “masturbation,” and you will find hundreds, if not thousands, of slang phrases for the act. This proliferation of slang phrases suggests people want to talk about masturbation, but are uncomfortable about doing so directly. Using comedic terms provides a more socially acceptable way to express themselves.

So before we talk any more about it, let’s normalise it a bit. Masturbation, or touching one’s own genitals for pleasure, is something that babies do from the time they are in the womb. It’s a natural and normal part of healthy sexual development. According to a nationally representative US sample, 94% of men admit to masturbating, as do 85% of women. But societal perspectives of masturbation still vary greatly, and there’s even some stigma around engaging in the act.

Related to this stigma are the many myths about masturbation, myths so ridiculous it’s a wonder anyone believes them. They include: masturbation causes blindness and insanity; masturbation can make sexual organs fall off; and masturbation causes infertility.

In actual fact, masturbation has many health benefits.

For women, masturbation can help prevent cervical infections and urinary tract infections through the process of “tenting,” or the opening of the cervix that occurs as part of the arousal process. Tenting stretches the cervix, and thus the cervical mucous. This enables fluid circulation, allowing cervical fluids full of bacteria to be flushed out. Masturbation can lower risk of type-2 diabetes (though this association may also be explained by greater overall health), reduce insomnia through hormonal and tension release, and increase pelvic floor strength through the contractions that happen during orgasm.

For men, masturbation helps reduce risk of prostate cancer, probably by giving the prostate a chance to flush out potential cancer-causing agents. Masturbation also improves immune functioning by increasing cortisol levels, which can regulate immune functioning in small doses. It can also reduce depression by increasing the amount of endorphins in the bloodstream. Masturbation can also indirectly prevent infertility by protecting peoplefrom sexually transmitted infections (STIs) that can lead to infertility – you can’t give yourself one of these infections! There is one final benefit to masturbation: it’s the most convenient method for maximising orgasms.

And there are plenty of additional benefits from orgasms generally, including reduced stress, reduced blood pressure, increased self-esteem, and reduced pain.

From a sexual health point of view, masturbation is one of the safest sexual behaviours. There’s no risk of pregnancy or transmission of sexually transmitted infections; there’s no risk of disappointing a partner or of performance anxiety; and there’s no emotional baggage. And, only an arm’s length away, is mutual masturbation. Mutual masturbation (two partners who are pleasuring themselves in the company of the other) is a great (and safe) activity to incorporate into other partnered sexual activities. It can be especially good to begin to learn more about what your partner likes and to demonstrate to your partner what you like. Open communication with a partner will improve your sex life and relationship, but is also important for modelling communication skills for younger generations.

Talking about masturbation also has benefits. Promoting sex-positive views in our own homes and in society, including around masturbation, allows us to teach young people healthy behaviours and attitudes without stigma and shame. Parents and guardians who feel embarrassed or need extra guidance to do this should seek out sex-positive sources of information, like ones from respected universities.

Spring Chenoa Cooper & Anthony Santella, Friday 15 May 2015
Spring Chenoa Cooper is Senior Lecturer at University of Sydney. Anthony Santella is Lecturer of HIV, STIs and Sexual Health at University of Sydney.

This article was originally published on The Conversation. Read the original article.
In Independent

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O sexo para procriar: breve sumário da condenação da homossexualidade

Desde quando é que o sexo só serve para procriar?

O judaísmo já pregava que as relações sexuais tinham como único fim a máxima exigida por Deus: “Crescei e multiplicai-vos”. Até o início do século IV, essa ideia, porém, ficou restrita à comunidade judaica e aos poucos cristãos que existiam. Nessa época, o imperador romano Constantino converteu-se à fé cristã – e, na seqüência, o cristianismo tornou-se obrigatório no maior império do mundo. Como o sexo passou a ser encarado apenas como forma de gerar filhos, a homossexualidade virou algo antinatural. Data de 390, do reinado de Teodósio, o Grande, o primeiro registro de um castigo corporal aplicado em gays.


O primeiro texto de lei proibindo sem reservas a homossexualidade foi promulgado mais tarde, em 533, pelo imperador cristão Justiniano. Ele vinculou todas as relações homossexuais ao adultério – para o qual se previa a pena de morte. Mais tarde, em 538 e 544, outras leis obrigavam os homossexuais a arrepender-se de seus pecados e fazer penitência. O nascimento e a expansão do Islamismo, a partir do século VII, juntamente com a força cristã, reforçaram a teoria do sexo para procriação.

No entanto, durante muito tempo - até meados do século 14 - embora a fé condenasse os prazeres da carne, na prática os costumes permaneciam os mesmos. A Igreja viu-se, a partir daí, diante de uma série de crises. Os católicos assistiram horrorizados à conversão ao protestantismo de diversas pessoas após a Reforma de Lutero. E, com o humanismo renascentista, os valores clássicos – e, assim, o gosto dos antigos pela forma masculina – voltaram à tona. Pintores, escritores, dramaturgos e poetas celebravam o amor entre homens. Além disso, entre a nobreza, que costumava ditar moda, a homossexualidade sempre correu solta. E, o mais importante, sem censura alguma – ficaram notórios os casos homossexuais de monarcas como o inglês Ricardo Coração de Leão (1157-1199).

No curto intervalo entre 1347 e 1351, a peste negra assolou a Europa e matou 25 milhões de pessoas. Como ninguém sabia a causa da doença, a especulação ultrapassava os limites da saúde pública e alcançava os costumes. O “pecado” em que viviam os homens passou a ser apontado como a causa dela e de diversas outras catástrofes, como fomes e guerras. Judeus, hereges e sodomitas tornaram-se a causa dos males da sociedade. Não havia outra solução a não ser a erradicação desses grupos. Medidas enérgicas foram tomadas. Em Florença, por exemplo, a sodomia foi proibida em 1432, com a criação dos Ufficiali di Notte (agentes da noite). O resultado? Setenta anos de perseguição aos homens que mantinham relações com outros. Entre 1432 e 1502, mais de 17 mil foram incriminados e 3 mil condenados por sodomia, numa população de 40 mil habitantes.

Leis duras foram estabelecidas noutros países europeus. Em Inglaterra, o século XIX começou com o enforcamento de vários cidadãos acusados de sodomia. E, entre 1800 e 1834, 80 homens foram mortos. Apenas em 1861 o país aboliu a pena de morte para os atos de sodomia, substituindo-a por uma pena de dez anos de trabalhos forçados.
 
in gays católicos com fé

sábado, 5 de março de 2011

Promulgada lei de alteração de nome e de sexo no registo civil: cirurgias paradas

obra de Joana Vasconcelos nos jardins do Palácio de Belém
Cavaco promulga diploma e cirurgias param

O Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, promulgou ontem, 1 de Março de 2011, o diploma que cria o procedimento de alteração de nome e sexo no registo civil, mas o Serviço Nacional de Saúde perde o único cirurgião que praticava estas intervenções cirúrgicas.


Cavaco promulgou a lei contra vontade, por imperativo constitucional, já que o documento foi reaprovado pela Assembleia da República sem qualquer alteração, que a existir permitiria um segundo veto presidencial.

Insistindo na mesma argumentação usada no veto em Janeiro, considera que o documento revela graves deficiências de natureza técnico-jurídica ao não definir os critérios de diagnóstico e por não garantir o controlo mínimo das qualificações profissionais de quem emite o relatório clínico.

Estas dificuldades foram assinaladas por vários especialistas, dando como exemplos os pareceres do Conselho Superior da Magistratura ou da Ordem dos Advogados, considerando que a sua actuação foi determinada por critérios exclusivamente orientados para a defesa dos direitos das pessoas e do superior interesse do País.

As reacções por parte das associações transexuais e LGBTTI não se fizeram esperar: Júlia Pereira, porta voz do GRIT (Grupo de Reflexão e Intervenção Transexual) e membro fundador da API (Associação Pela Identidade - Intervenção Transexual e Intersexo) considerou em declarações ao Jornal de Notícias que “A Presidência da República aprova o diploma mas não mudou os argumentos e isso também não é novidade. Apesar de, com o tempo que passou desde então, Cavaco Silva já se poder ter informado melhor sobre o assunto e, até, ter uma opinião com mais substância” e que "O presidente da República não explica quais foram os especialistas que ouviu e quais as declarações que produziram. Porque os poucos que existem em Portugal nesta área foram ouvidos no Parlamento e as suas declarações são conhecidas, porque ficaram registadas".

Ainda acrescentou que "As pessoas transexuais passam a ter direito à sua cidadania e esta lei cumpre todas as recomendações internacionais, algo que o presidente não teve em conta tanto no veto como na sua promulgação. Mas, importante agora, é que a Ordem dos Médicos deixe de ter o poder que tem na vida destas pessoas, quando é a única entidade que pode autorizar as cirurgias. Situação única no mundo", dando o mote para uma das próximas lutas que se adivinham pelo reconhecimento pleno dos direitos das pessoas transexuais.

Por sua vez a Associação Pela Identidade - Intervenção Transexual e Intersexo, em comunicado, faz notar que "A questão da identidade de género não diz respeito apenas às pessoas transexuais e até mesmo o presidente da República Portuguesa possui a sua identidade de género, como qualquer cidadão ou cidadã. Por este motivo, o reconhecimento da identidade e consequente direito à cidadania, de todas as pessoas transexuais, mostra-se um assunto do superior interesse do país. Todas as pessoas têm o direito à oportunidade de uma vida digna e de ver respeitada a sua identidade de género", ressalvando que "as objecções apontadas pelo presidente da República não revelam mais que um desconhecimento sobre a situação das pessoas transexuais em Portugal", e perguntando “porque motivo por que não foram tidos em conta os pareceres dos especialistas com larga experiência com esta população, além das próprias pessoas transexuais, que foram ouvidas ao longo de todo o processo legislativo - e se mostraram favoráveis ao formato desta lei.”

Paulo Corte-Real, da Ilga Portugal declarou também ao JN que a "lei reforça o compromisso de Portugal com os direitos humanos". "É um motivo de orgulho. Lamentamos que para o presidente da República não o seja, até porque a Assembleia da República deu um primeiro passo importante na defesa da pessoas transexuais". "Após a publicação da lei, as pessoas transexuais deixam de ter a enorme dificuldade que era a adequação da documentação à sua identidade. Trata-se de um direito que lhes estava negado".

Sérgio Vitorino, também em declarações ao JN em nome das Panteras Rosa, criticou o desconhecimento demonstrado por Cavaco sobre estas pessoas, ressalvando que "Esta legislação não é nada de extraordinária. É quase decalcada da espanhola, que dá como bom exemplo", afirmando que "A Presidência da República aventura-se a fazer considerações médicas que não lhe compete, tal como aos deputados. Aliás, durante toda a discussão desta legislação mostraram desconhecer o que é um transexual e o que significa identidade de género", "Não resolve tudo, mas é um primeiro passo.”

Na mesma altura foi divulgado que o Hospital de Santa Maria não entrou em acordo com o único cirurgião que fazia estas cirurgias em Portugal. João Décio Ferreira abandonou o Serviço de Cirurgia Plástica do hospital por considerar a proposta da administração “ofensiva”.

A proposta considerava 35 horas semanais por um terço da reforma ou do ordenado, o que daria 6 euros por hora. "Isto é menos que uma empregada doméstica ganha.”, afirmou. Um jovem interessado em aprender a sua técnica ainda tem dois anos de especialidade pela frente.

Ficam assim paradas as cirurgias em Portugal.


In Portugalgay a 2 de Março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

Religião e Sexo: apontamentos de um bloguista

Um leitor do blogue, ao comentar a mensagem sobre a nudez na arte sugeriu a leitura de uma mensagem publicada no seu blogue.

Publico-a aqui por ter reconhecido o interesse do seu conteúdo e a clareza e honestidade com que o seu autor aborda temas como corpo, sexo, castidade, singularidade, relação, religião, culto do corpo e amor. Vale a pena dar uma espreitadela:

o.insecto: Religião e Sexo, alguns apontamentos...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

PALOP dá o exemplo em África na descriminalização de relações homossexuais

Sexo gay vai deixar de ser criminalizado em São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe vai descriminalizar o sexo consentido entre homens na próxima revisão do seu Código Penal, segundo declarações em 31 de Janeiro na Universal Periodic Review da ONU.


"Obviamente há uma preocupação com as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo no nosso país", disse o representante. "Actualmente, o Código Penal vem de um tempo em que a situação era totalmente diferente e por isso os tribunais realmente já não têm aplicado esta pena. Assim, apesar do que está no texto da lei, não é aplicável, porque contraria princípios constitucionais. O novo Código Penal que estamos a elaborar não pune as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo."

O novo código deve ficar pronto em quatro meses.

Nauru, a nação da Micronésia terá feito uma declaração similar no dia anterior, na sua sessão de revisão.
A Universal Periodic Review, um projeto do Conselho de Direitos Humanos da ONU, analisa oficialmente o registo de direitos humanos de cada um dos 192 países membros da ONU, num sistema rotativo de quatro anos, e insta os países analisados a protegerem todos os direitos humanos e as liberdades fundamentais.

Por Rex Wockner (EUA), in Portugalgay

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O sexo dos Anjos

Em tempo de Natal, as imagens de anjos proliferam em montras, luzes, cartazes, publicidade e presépios.

Durante séculos os anjos foram tratados como seres assexuados, homens imberbes, jovens sem um género definido ou jovens raparigas sem qualquer sensualidade que as caracterizasse como mulheres.

Tal como a moda - que nos últimos anos tem permitido uma mistura de estilos inédita e uma coabitação de influências o mais eclética possível -, também hoje observam-se anjos de todos os estilos e feitios: desde os Anjos-meninos roliços e caprichosos, passando pelos seres enigmáticos e etéreos New Age (que já começa a ser "Old Age"), pelos Anjos-Kitsch que fazem alusões aos anos 40 e 50 do século XX e chegando mesmo aos anjos que parecem ter acabado de sair do ginásio Skyes-Place.

A minha intenção é referir esta última classe de anjos, pois parece-me ser a mais recente na história da representação angelical. E parece-me interessante esta categoria ter aparecido na sociedade global... Pergunto-me se a sua origem não virá do imaginário gay.

E estes anjos giraços, com tudo no sítio, parecem-me bastante menos assexuados do que os seus antecessores. Será que os anjos ainda não têm sexo?

Passo a ilustrar esta minha reflexão

sábado, 18 de dezembro de 2010

Presidente da FIFA pede desculpas aos homossexuais

Presidente da Fifa pede desculpas aos gays

O presidente da FIFA Joseph Blatter pediu desculpas por ter dito recentemente que os homossexuais não fizessem sexo durante a Copa do Mundo [Mundial] no Qatar, em 2022.

Não foi minha intenção e nunca será minha intenção qualquer acto de discriminação.”

Isto é exactamente contra o que lutamos. Se alguém sentiu que eu possa tê-lo magoado, então arrependo-me, e peço desculpas.”

Os ativistas LGBTs ficaram furiosos com o comentário anterior de Blatter e ainda não engoliram o facto da FIFA ter escolhido como sede do evento um país no qual homossexuais podem ser punidos com penas até cinco anos de prisão.

in http://paroutudo.com/noticias/

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Identidade de género na Argentina

Tania Luna, actriz transexual de 27 anos, tornou-se na primeira pessoa da América Latina a conseguir que lhe reconhecessem a sua identidade de mulher sem ter sido forçada a submeter-se a uma CRS, num acto considerado pelas associações de direitos humanos como “um facto histórico.”

A actriz, que a 7 deste mês estreou um espectáculo de revista, conseguiu ver escrito na sua documentação o nome com que se rebaptizou há onze anos. Numa sala do Congresso, a CHA (Comunidad Homosexual Argentina) entregou a Tania o seu novo BI, que reconhece a sua identidade feminina, e ao mesmo tempo requeriu uma lei para implementar o reconhecimento e o respeito pela identidade de género. Agradecendo à sua família e às associações que a apoiaram, Tania considerou-se uma privilegiada e pediu uma lei para que o que ela conseguiu por via judicial fique ao alcance de todas as pessoas que não tenham posses para contratarem um advogado.

Tive de passar por análises psicológicas e físicas invasivas para demonstrar a minha irreversabilidade. Para que certificassem que sou sã e equilibrada. Não quero que mais nenhuma trans passe por isso. É necessária uma lei de identidade de género.”, esclareceu.

O BI é a porta de entrada para a cidadania, o reconhecimento da identidade de género de cada um e o acesso aos direitos sociais, desde a saúde ao direito a votar.”, afirmou Claudio Morgado do Inadi (Instituto Nacional contra la Discriminación y la Xenofobia).

Com a entrega do novo BI, a comunidade transexual argentina deu uma forte amostra do seu apoio aos projectos de lei de identidade de género apresentados no mês passado, que têm quatro pontos principais: A despatologização das identidades trans, o retirar das alterações de nome e género da área judicial, a desestigmatização (incluindo a não discriminação) das identidades trans e a descriminalização das mesmas.

Até agora a jurisprudência argentina apenas considerava as pessoas transexuais que se tivessem submetido a uma CRS. Com a presente sentença, a situação vai-se alterar. O juiz encarregado do caso considerou que submeter a substituição de nome e género a uma intervenção cirúrgica implicava uma séria incongruência e uma visão reducionista, entendendo que se equiparava o sexo ao género unicamente pelas suas exteriorizações em detrimento da identidade pessoal. A advogada Verónica Luna, irmã de Tania, foi essencial para o sucesso da acção.

A sentença data de 2008 mas só agora foi entregue o novo BI.

Para Tania, a identidade de género não é algo ligado ao sexo físico. “Agora o meu BI vai coincidir com a minha aparência e com a minha situação de transexual que é a condição a que pertenço e é muito simples: nascer de um sexo e pertencer-se psicologicamente ao outro. Queremos que seja um direito, já que é uma necessidade.”, afirmou, acrescentando, “pensei em operar-me, mas há três anos dei-me conta de que não era necessário. Um dia parei frente ao espelho e senti-me completa. A minha única cirurgia foi o busto que fiz aos 21 anos.”

A CHA tem registados uns 15 pedidos judiciais para alteração de identidade na capital, havendo outros apresentados noutros pontos do país.

Em Santiago del Estero, por exemplo, Luísa Paz, de 47 anos de idade, dirigente provincial da ATT e colaboradora permanente do INADI, requereu também a alteração de nome e género sem se submeter a uma CRS. “É uma luta de muitos anos e uma situação muito difícil e especial”, alegou, “de cada vez que digo o meu nome e no BI aparece outro.”

Sabemos que é um processo longo que iniciamos, mas esperamos obter uma resposta favorável da justiça.” finalizou, acompanhada da sua advogada Teresa Roldàn. Acrescentou Luísa que “tenho 47 anos e chamo-me Luísa desde os 16, mas o pedido vai mais além do nome, tem a ver com o reconhecimento do meu género como feminino.”

Marcela Romero, presidente da ATTA (Asociación Travestis Transexuales y Transgéneros de la Argentina) demorou uma década a conseguir mudar os documentos.

Nos últimos dias conheceu-se um caso similar mas com desfecho ainda incerto, protagonizado pela actriz Florencia de la V, que se passaria a chamar Florencia Trinidad graças a uma decisão judicial.

in PortugalGay.PT
http://portugalgay.pt/news/Y131210A/argentina:_casos_de_identidade_de_genero

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sexo, amor e homofobia

Eis o livro com prefácio de Desmond Tutu recém lançado pela Amnistia Internacional, referido na mensagem abaixo a homofobia é como o apartheid.
http://www.amnesty.org.uk/news_details.asp?NewsID=15450

Porque estou aqui

Sinto-me privilegiado por ter encontrado na Igreja um lugar vazio, feito à minha medida. É certo que tê-lo encontrado (ou encontrá-lo renovadamente, pois não é dado adquirido) foi também mérito da minha sede, do meu empenho, de não baixar os braços e achar, passivamente, que não seria possível. Passo a contextualizar: a comunidade onde vou à missa é pequena e acolhedora, e podia bem não o ser. Ao mesmo tempo, sentia um desejo grande de reflexão de vida cristã e encontrei um casal (heterosexual) que tinha a mesma vontade. Começámo-nos a reunir semanalmente numa pequena comunidade de oração e reflexão que, apesar de crítica, nos tem ajudado a sermos Igreja e a nela nos revermos. Paralelamente, face ao contínuo desencanto em relação a algumas posturas e pontos de vista de uma Igreja mais institucional e hierárquica, tive a graça de encontrar um grupo de cristãos homossexuais, que se reuniam com um padre regularmente, sem terem de se esconder ou de ocultar parte de si.

Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.

Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.

Este blogue também é teu

São benvindos os comentários, as perguntas, a partilha de reflexões e conhecimento, as ideias.

Envia o link do blogue a quem achas que poderá gostar e/ou precisar.

Se não te revês neste blogue, se estás em desacordo com tudo o que nele encontras, não és obrigado a lê-lo e eu não sou obrigado a publicar os teus comentários. Haverá certamente muitos outros sítios onde poderás fazê-lo.

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Nota: por vezes pode demorar algum tempo a responder ao teu mail: peço-te compreensão e paciência. A resposta chegará.

Os textos e as imagens

Os textos das mensagens deste blogue têm várias fontes. Alguns são resultados de pesquisas em sites, blogues ou páginas de informação na Internet. Outros são artigos de opinião do autor do blogue ou de algum dos seus colaboradores. Há ainda textos que são publicados por terem sido indicados por amigos ou por leitores do blogue. Muitos dos textos que servem de base às mensagens foram traduzidos, tendo por vezes sofrido cortes. Outros textos são adaptados, e a indicação dessa adaptação fará parte do corpo da mensagem. A maioria dos textos não está escrita segundo o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, pelo facto do autor do blogue não o conhecer de forma aprofundada.

As imagens que ilustram as mensagens são retiradas da Internet. Quando se conhece a sua autoria, esta é referida. Quando não se conhece não aparece nenhuma referência. Caso detectem alguma fotografia não identificada e conheçam a sua autoria, pedimos que nos informem da mesma.

As imagens são ilustrativas e não são sempre directamente associáveis ao conteúdo da mensagem. É uma escolha pessoal do autor do blogue. Há um critério de estética e de temática ligado ao teor do blogue. Espero, por isso, que nenhum leitor se sinta ofendido com as associações livres entre imagem e conteúdo.

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