E como setas alvejando um torso mártir
contra ti, raivosos, dirão palavras vis
– todos os tormentos farão por te infligir.
Seta venenosa, rodilha com vinagre,
o cálice de infâmia, todos os suplícios
– até escutarem o teu último gemido.
Na hora mais amarga e triste e desolada
a cabeça, mesmo amarrado, contorcido
no estertor do martírio mantém levantada.
Com dor, a desmaiar de fraqueza, sorri:
lembra-te de João de corpo reclinado
sobre o ombro de Nosso Senhor Jesus Cristo
– e também do amigo de peito de David,
chamado Jónatas, conforme diz a Bíblia.
In O casamento sempre foi gay e nunca triste, de José António Almeida
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