Pesquisar neste blogue

A diversidade na Igreja

"A casa do meu Pai tem muitas moradas", diz-nos Jesus no evangelho.

A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.

A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.

Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?

Um blogue para cristãos homossexuais que não desistiram de ser Igreja

Porquê este blogue?

Este blogue é a partilha de uma vida de fé e é uma porta aberta para quem nela quiser entrar. É um convite para que não desistas: há homossexuais cristãos que não querem recusar nem a sua fé nem a sua sexualidade. É uma confirmação, por experiência vivida, que há um lugar para ti na Igreja. Aceita o desafio de o encontrares!

Este blogue também é teu, e de quem conheças que possa viver na carne sentimentos contraditórios de questões ligadas à fé e à orientação sexual. És benvindo se, mesmo não sendo o teu caso, conheces alguém que viva esta situação ou és um cristão que deseja uma Igreja mais acolhedora onde caiba a reflexão sobre esta e outras realidades.

Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

James Alison fala da discussão da Igreja em torno da homossexualidade (parte 1)

O texto encontra-se na íntegra em Rumos da discussão

Nas próximas mensagens procederei a uma selecção das ideias expostas no texto de James Alison para o XXXVII Congresso de Teologia Moral, São Paulo, Setembro de 2013


Um pequeno erro no começo torna-se muito maior no final: 
rumos da discussão eclesial sobre a questão gay

1. Introdução 

(…) Tenho-me dedicado nos últimos anos à elaboração de um novo paradigma para a evangelização, tendo criado um curso de introdução à fé cristã para adultos. Meu envolvimento, então, com a matéria sobre a qual vocês pedem a minha intervenção tem sido eclesial, espiritual e pessoal: uma questão que incide na vivência de um cristianismo básico no mundo de hoje antes do que uma discussão moral. (…)

Proponho deixar de lado aquela nuvem de sentido, e de disfarce de sentido, que vem com a frase “diversidade sexual” por considerar que abrange demasiados temas para que seja útil num tempo limitado como este – temas onde tanto as realidades biológicas, químicas e neurológicas, quanto as possíveis consequências espirituais e morais delas decorrentes são suficientemente diferentes para que seja realmente uma curiosidade querer falar delas como se de uma categoria única se tratasse.

Em vez disso, vou me limitar (…) à parte LG da sigla LGBTQQ, ou à parte GL da sigla GLS. Ou seja, aquelas pessoas, homens e mulheres, que se sentem principalmente atraídos por pessoas do mesmo sexo. E vou falar disto sendo eu mesmo uma de tais pessoas. Se há uma primeira interpelação eclesial aqui, seria que, a meu ver, o uso correto da primeira pessoa, singular e plural, é muito importante. Uma das coisas que passa por apenas uma mentirinha nos meios eclesiásticos, mas que esconde na verdade algo muito mais grave é o uso de “eles” ou “vocês” em ocasiões quando “eu” ou “nós” seria mais certeiro. Pessoalmente creio que se não sou capaz de honestidade num assunto relativamente pouco importante, como este, então, por quê vou merecer credibilidade quando falo sobre coisas bem mais importantes, como o amor de Deus, a ressurreição dos mortos, ou a presença de Jesus nos sacramentos?

Gostaria, então, de desenvolver para vocês uma meditação sobre três dimensões daquilo que é, na minha opinião, a principal interpelação que faz a questão gay à vida eclesial (…). As três dimensões da mesma interpelação são estas: verdade, veracidade e honestidade. (…)


2. A verdade 

(…) Será que existem mesmo pessoas gays? Ou é mais verdadeiro dizer que no universo dos humanos, todos os quais são intrinsecamente heterossexuais, existem alguns que sofrem de uma desordem objetiva que poderia ser chamada de “inclinação homossexual”, ou num falar um pouco mais moderno, “atração pelo mesmo sexo”? Dito de outro modo: será que ser gay se trata de uma variante minoritária não patológica que ocorre regularmente dentro da condição humana, ou será antes que se trata de uma desordem objetiva? Se for o primeiro, uma analogia poderia ser o ser canhoto, onde os atos típicos decorrentes da variante minoritária seriam bons ou ruins conforme as circunstâncias. Se for o segundo, então uma analogia talvez possa ser a anorexia. Todos entenderíamos a anorexia como sendo uma desordem objetiva, uma patologia do desejo cujos comportamentos típicos, se não forem corrigidos, controlados e superados, levam à autodestruição da pessoa.

Bom, sobre este assunto, como vocês sabem muito bem, existe uma clara manifestação das Congregações Romanas, um ensinamento de terceira ordem na hierarquia das verdades, mas que se impõe em toda discussão oficial sobre o assunto. Este ensinamento, que foi acunhado em 1986, reza assim: “é necessário precisar que a particular inclinação da pessoa homossexual, embora não seja em si mesma um pecado, constitui, no entanto, uma tendência, mais ou menos acentuada, para um comportamento intrinsecamente mau do ponto de vista moral. Por este motivo, a própria inclinação deve ser considerada como objetivamente desordenada”. Ou seja, o ensino comum das Congregações Romanas é clara: “a inclinação homossexual ... deve ser considerada objetivamente desordenada”.

(…) [Os autores de Homosexualitis problema] vinculam indissoluvelmente a intrínseca ruindade dos atos a uma desordem objetiva. E nisso, são pessoas muito mais finas do que aqueles lobos em pele de ovelha que tem abundado no meio de nós nos últimos anos. Tais lobos querem dizer algo assim: “Nós amamos todos os seres humanos, todos são filhos e filhas de Deus. Não temos nada contra as pessoas gays em si, só dizemos que devem se abster dos atos homossexuais. O nosso ensinamento é sobre os atos, e não sobre o ser”. Bom, a pele de ovelha está em “nós amamos todos” e os dentes do lobo se escondem sob “é só se abster para sempre dos atos”, como se fosse possível que os atos pudessem ser desligados da inclinação de uma maneira simples. Graças a Deus, as Congregações Romanas, neste ensinamento, são mais honestas, sendo ou todo ovelha, ou todo lobo, mas nada de híbrido disfarçado. (…) [Elas] sabem muito bem que é um absurdo moral, espiritual e de doutrina católica imaginar que a partir de uma condição neutra ou positiva, podem fluir atos típicos que seriam intrinsecamente ruins. Se aquilo que chamam de “inclinação homossexual” for uma coisa neutra ou positiva, os atos daí decorrentes não poderiam ser intrinsecamente ruins, mas bons ou ruins segundo o uso. As Congregações Romanas são claras: se queremos chamar os atos de intrinsecamente maus, não há como evitar categorizar a condição em si como uma desordem objetiva.

(…) Será que é verdade que ser gay é uma desordem objetiva? Ou será que é antes verdade que é uma variante minoritária e não patológica que ocorre regularmente dentro da condição humana? (…)

Ou ser gay é uma desordem objetiva, ou não é. No caso afirmativo, todos os avanços científicos no mundo da genética, dos neurônios, da química cerebral, da endocrinologia, dos hormônios intrauterinos, da psicologia infantil e assim por diante, tenderão a demonstrar o fato. E todas as evidências de vida testemunhadas pelas pessoas afetadas vão ser sinais da sua verdade: que as pessoas que são gay só levam uma vida sadia, só tendem a florescer, na medida em que tratam esta característica delas como sendo algum tipo de defeito a ser controlado ou superado. Por outro lado, pela evidencia da vida das pessoas que tratam esta sua característica como uma coisa normal, e se empenham em procurar um florescimento por meio de desenvolver esta característica como se fosse uma simples variante minoritária e não patológica, vai ficar cada vez mais público e notório que estas pessoas não são capazes de um florescimento humano e que a suposta autoaceitação delas não é na verdade senão uma forma de autodestruição. Nem todo o autoengano deste mundo vai conseguir abafar a verdade objetiva: (…) aquilo que é termina se impondo, se nos faz presente e resplandece em nosso meio, porque o Criador de todas as coisas está por detrás dele.

E, é claro, as consequências decorrem com exatamente o mesmo rigor no sentido contrário se a verdade não for aquela da desordem objetiva, mas da variante minoritária não patológica. (…) Todos os avanços nos diversos campos científicos acima citados tenderão a mostrar que se trata de uma variante minoritária, não patológica, na condição humana, e que ocorre regularmente. E todas as evidências da vida das pessoas também tornarão público e notório que quem aceitar esta característica dele como algo normal vai florescer na medida desta aceitação de que seu crescimento passa pelo desenvolvimento normal deste elemento da vida. E por outro lado, quem vive no engano, ou autoengano, de imaginar que o seu florescimento só pode se dar apesar desta característica e não com a contribuição da mesma, que deve ser então escondida, abafada, ou até “curada”, esta pessoa se diminui e colabora para a sua autodestruição.

Estamos falando então de uma questão de verdade objetiva. E uma das coisas boas da verdade objetiva é que não depende de nós. Não depende de quem seja melhor no debate, ou mais poderoso, ou mais rico, ou sequer mais inteligente, nem muito menos de qualquer autoridade religiosa. Simplesmente é. Se ser gay é uma desordem objetiva, então todos os supostos lobbies gays no mundo não vão fazer uma mínima diferença em alterar esta realidade, por mais estragos que possam causar antes de reconhecê-lo. E por outro lado, se for o caso que ser gay é uma variante minoritária não patológica dentro da condição humana, então nem os cientistas do exército americano, ou soviético, dos anos 1950, nem os propulsores da chamada terapia reparativa em suas várias versões, os doutores Nicolosi, Van Aardweg, Polaino e Anatrella, nem os exorcismos dos pastores Malafaia ou Feliciano, por exemplo, vão fazer a mínima diferença em alterar a realidade, por mais estragos que possam causar antes de reconhecê-lo. Como seus antecessores aprenderam no caso Galileu, nem o Papa tem o poder de alterar uma realidade objetiva deste tipo.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Porque estou aqui

Sinto-me privilegiado por ter encontrado na Igreja um lugar vazio, feito à minha medida. É certo que tê-lo encontrado (ou encontrá-lo renovadamente, pois não é dado adquirido) foi também mérito da minha sede, do meu empenho, de não baixar os braços e achar, passivamente, que não seria possível. Passo a contextualizar: a comunidade onde vou à missa é pequena e acolhedora, e podia bem não o ser. Ao mesmo tempo, sentia um desejo grande de reflexão de vida cristã e encontrei um casal (heterosexual) que tinha a mesma vontade. Começámo-nos a reunir semanalmente numa pequena comunidade de oração e reflexão que, apesar de crítica, nos tem ajudado a sermos Igreja e a nela nos revermos. Paralelamente, face ao contínuo desencanto em relação a algumas posturas e pontos de vista de uma Igreja mais institucional e hierárquica, tive a graça de encontrar um grupo de cristãos homossexuais, que se reuniam com um padre regularmente, sem terem de se esconder ou de ocultar parte de si.

Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.

Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.

Este blogue também é teu

São benvindos os comentários, as perguntas, a partilha de reflexões e conhecimento, as ideias.

Envia o link do blogue a quem achas que poderá gostar e/ou precisar.

Se não te revês neste blogue, se estás em desacordo com tudo o que nele encontras, não és obrigado a lê-lo e eu não sou obrigado a publicar os teus comentários. Haverá certamente muitos outros sítios onde poderás fazê-lo.

Queres falar?

Podes escrever-me directamente para

rioazur@gmail.com

ou para

laioecrisipo@gmail.com (psicologia)


Nota: por vezes pode demorar algum tempo a responder ao teu mail: peço-te compreensão e paciência. A resposta chegará.

Os textos e as imagens

Os textos das mensagens deste blogue têm várias fontes. Alguns são resultados de pesquisas em sites, blogues ou páginas de informação na Internet. Outros são artigos de opinião do autor do blogue ou de algum dos seus colaboradores. Há ainda textos que são publicados por terem sido indicados por amigos ou por leitores do blogue. Muitos dos textos que servem de base às mensagens foram traduzidos, tendo por vezes sofrido cortes. Outros textos são adaptados, e a indicação dessa adaptação fará parte do corpo da mensagem. A maioria dos textos não está escrita segundo o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, pelo facto do autor do blogue não o conhecer de forma aprofundada.

As imagens que ilustram as mensagens são retiradas da Internet. Quando se conhece a sua autoria, esta é referida. Quando não se conhece não aparece nenhuma referência. Caso detectem alguma fotografia não identificada e conheçam a sua autoria, pedimos que nos informem da mesma.

As imagens são ilustrativas e não são sempre directamente associáveis ao conteúdo da mensagem. É uma escolha pessoal do autor do blogue. Há um critério de estética e de temática ligado ao teor do blogue. Espero, por isso, que nenhum leitor se sinta ofendido com as associações livres entre imagem e conteúdo.

Contribuidores

Amigos do blogue

Arquivo do blogue

Mensagens mais visitadas nesta semana

Categorias

11/9 (1) 2011 (1) 25 de Abril (1) 3ª idade (1) 5ª feira Santa (1) abandono (2) abertura (4) aborto (3) abraão (1) abraço (1) abusos (4) acção (3) aceitação (3) acolhimento (15) acompanhamento (3) açores (1) acreditar (1) acrobacia (1) activistas (2) actores (1) actos dos apostolos (1) actualidade (79) adão e eva (1) adesão (1) adeus (2) adilia lopes (2) administrativo (1) admiração (1) adolescentes (1) adopção (15) advento (10) afecto (3) africa (21) africa austral (1) africa do sul (8) agenda (1) agir (1) agressividade (1) água (2) alan gendreau (1) alegorias (1) alegria (8) aleluia (1) alemanha (14) alentejo (3) alerta (1) Alexandre Quintanilha (1) alimento (1) alma (4) almada (1) alteridade (1) alternativo (9) amadeo de sousa cardoso (1) amargura (1) américa (5) américa central (1) américa latina (10) AMI (1) amigo (3) amizade (3) amnistia internacional (2) amor (44) amplos (2) androginia (1) andrógino (1) angelo rodrigues (1) angola (2) animal (2) anjos (5) anselmo borges (1) anti-semitismo (1) antigo testamento (15) antónio ramos rosa (3) antropologia (1) anunciação (1) anuncio (1) ao encontro (1) aparência (1) aparições (2) API (1) apocalipse (1) apócrifos (1) apoio psicologico (1) apple (1) aprender (1) aproximar (1) ar livre (1) arabes (1) arabia saudita (2) arbitro (1) arco-iris (4) argélia (3) argentina (9) arquitectura (4) arrependimento (1) arte contemporanea (9) arte e cultura (303) arte sacra (45) artes circences (1) artes plásticas e performativas (29) artista (2) arvo pärt (5) ascensão (1) asia (9) asilo (2) assassinato (1) assembleia (1) assexuado (3) assexual (1) assexualidade (2) assintomático (1) associação do planeamento da família (1) associações (1) astronomia (1) ateliers (1) atenção (4) ateu (2) atletas (1) australia (6) autoconhecimento (1) autodeterminação de género (1) autoridade (1) avareza (1) ave-maria (2) azul (1) bach (4) bairro de castro (1) baixa (1) banco alimentar (3) bancos (1) bandeira (2) baptismo (1) baptizado (2) barcelona (4) barroco (3) basquetebol (1) beatificação (1) beatos (1) beckham (1) beijo (4) beja (1) bela e o monstro (1) beleza (15) bélgica (2) belgrado (1) belo (5) bem (4) bem estar (1) bem-aventuranças (1) ben sira (1) beneditinos (2) bento xvi (33) berlim (5) berlusconi (1) best-sellers (1) bethania (2) betos (1) bi (1) bíblia (39) bicha (1) bienal (1) bifobia (1) bigood (1) bill viola (1) biografias (21) biologia (4) bispos (9) bissexualidade (9) bizantina (1) bjork (1) blogue informações (43) blogues (2) blondel (1) boa nova (1) boa vontade (1) bom (1) bombeiro (1) bondade (1) bonecas (1) bonhoeffer (2) bose (3) botswana (1) boxe (2) braga (1) brasil (14) brinquedos (1) britten (1) budismo (2) bullying (5) calcutá (1) calendário (3) calvin klein (1) caminhada (1) caminho (5) campanha de solidariedade (5) campo de concentração (3) cancro (1) candidiase (1) candomblé (1) canonização (2) cantico dos canticos (3) canticos (2) canto (1) cantores (2) capela do rato (9) caraíbas (3) caravaggio (4) carcavelos (1) cardaes (1) carência (1) caridade (6) caritas (2) carlos de foucauld (1) carmelitas (2) carnaval (1) carta (14) carta pastoral (2) casa das cores (1) casais (11) casamento (59) casamento religioso (1) castidade (3) castigo (1) catalunha (1) catarina mourão (1) catecismo (2) catolica (1) catolicismo (24) causas (1) CD (1) cegueira (1) ceia (1) celebração (3) celibato (6) censos (3) censura (2) centralismo (1) cep (1) cepticismo (1) céu (1) chapitô (1) charles de foucauld (1) chatos (1) chechénia (1) chemin neuf (1) chicotada (1) chile (2) china (1) chirico (1) chorar (1) cidade (2) ciência (2) cig (1) cimeira (3) cinema (38) cinemateca (1) cinzas (1) circo (1) cisgénero (1) civismo (1) clamidia (1) clarissas (1) clausura (2) clericalismo (2) clero (4) cliché (1) co-adopção (3) coccopalmerio (1) cocteau (2) código penal (2) colaborador (1) colegialidade (1) colegio cardenalicio (2) colégio militar (1) colóquio (2) colossenses (1) combate (1) comemoração (1) comentário (1) coming out (1) comissão justiça e paz (1) comodismo (1) compaixão (1) companhia de jesus (10) comparação (1) complexidade (1) comportamento (2) composição (1) compromisso (1) comunhão (16) comunicação (1) comunidade (3) comunidade bahai (1) comunidades (2) conceitos (15) concertos (18) concílio (1) condenação (7) conferência (16) conferencia episcopal portuguesa (2) confessar (1) confiança (4) confissão (3) conformismo (1) conhecer (2) conjugal (1) consagrado (1) consciência (4) consumo (1) contabilidade (1) contemplação (4) contos (1) contracepção (1) convergencia (1) conversas (1) convivência (2) cópia (1) copta (1) coração (5) coragem (4) coreia do norte (1) cores (1) corintios (1) corita kent (1) coro (1) corpo (15) corpo de Deus (1) corporalidade (1) corrupção (1) corrymeela (1) criação (2) crianças (7) crime (8) criquete (1) crise (7) cristianismo (38) cristiano ronaldo (2) crítica (15) crossdresser (2) CRS (2) cruz (10) cuba (1) cuidado (1) culpa (3) culto (2) cupav (2) cura (2) curiosidade (6) cursos (4) CVX (1) dádiva (1) dador (2) dadt (8) daltonismo (1) dança (4) Daniel Faria (4) daniel radcliffe (2) daniel sampaio (1) danielou (1) dar (3) dar a vida (12) dar sangue (2) Dark Hourses (1) David (8) david lachapelle (3) defuntos (1) democracia (1) deportação (1) deputados (1) desassossego (3) descanso (1) descentralização (1) descobrir (1) desconfiança (1) descrentes (1) descriminalização (4) desejo (3) desemprego (1) desenho (12) deserto (2) desfile (1) desilusão (2) despedida (1) desperdicio (1) desporto (32) detecção (1) Deus (41) dia (1) diácono (1) diálogo (8) diálogo interreligioso (7) diferenças (3) dificuldade (1) dignidade (2) dinamarca (1) dinamismo (1) dinheiro (1) direcção espiritual (1) direito (30) direitos humanos (51) direitos lgbt (7) discriminação (29) discussão (5) disforia de género (1) disney (1) disponibilidade (1) ditadura (1) diversidade (7) divindade (2) divisão (1) divorciados (2) divórcio (3) divulgação (1) doadores (1) doclisboa (1) documentários (3) documentos (1) doença (2) dogma (1) dois (1) dom (5) dom helder câmara (1) dom manuel martins (2) dom pio alves (1) doma (1) dominicanas (4) dominicanos (6) donativos (1) dons (1) dor (3) doutores da igreja (1) doutrina da fé (2) doutrina social (4) drag (2) drag queens (2) dst (2) e-book (1) eckart (2) eclesiastes (3) eco (1) ecologia (5) economia (5) ecos (1) ecumenismo (11) edith stein (3) educação (7) efeminação (1) efeminado (2) egipto (2) ego (1) egoismo (1) elite (1) emas (1) embrião (1) emoção (1) empatia (1) emprego (10) enciclica (2) encontro (15) ensaios (11) ensino (1) entrevista (11) entrudo (1) equipa (1) equipamentos (1) erotismo (3) escandalo (2) escândalo (2) esclarecimento (1) escócia (1) escolas (5) escolha (1) escravatura (1) escultura (7) escuta (5) espaço (3) espanha (9) espanto (1) espectáculos (1) espera (4) esperança (3) esperma (4) espermatezoide (1) espírito (3) Espírito Santo (4) espiritualidade (92) esquecer (1) estatística (13) estética (3) estoril (2) estrelas (1) estudos (20) estupro (1) eternidade (1) ética (3) etty hillesum (4) eu (4) EUA (37) eucaristia (9) eugenio de andrade (4) eurico carrapatoso (8) europa (44) eutanásia (1) evangelho (16) evangelização (2) évora (1) exclusão social (2) exegese (1) exemplo (2) exercicios espirituais (1) exército (12) exibicionismo (1) exodus (1) exposição (1) exposições (13) ezequiel (1) f-m (1) f2m (1) facebook (4) fado (1) falar (1) falo (2) faloplastia (1) família (34) famílias de acolhimento (1) famosos (18) fardo (1) fátima (4) (20) fé e cultura (3) fecundidade (1) feio (1) felicidade (1) feminino (2) feminismo (1) fernando pessoa (1) festa (2) festival (11) fidelidade (1) FIFA (4) figuras (11) filhos (1) filiação (1) filipinas (1) filmes (27) filosofia (4) finlandia (1) firenze (2) flagelação (1) flaubert (1) flauta (2) floresta (1) fome (3) fontana (1) força (1) forças armadas (2) formação (3) fotografia (37) fr roger de taizé (2) fragilidade (4) frança (9) francisco I (50) francisco tropa (1) françoise dolto (2) fraqueza (1) fraternidade (4) frederico lourenço (1) freira (2) freud (2) frio (1) fronteira (2) ftm (1) fundacao evangelizacao culturas (3) funeral (1) futebol (16) futebol americano (1) futuro (2) galileu (1) galiza (1) ganancia (1) gandhi (1) gastronomia (2) gaudi (2) gaudium et spes (2) gay (109) gay lobby (3) gaydar (1) gayfriendly (2) género (20) generosidade (1) genes (1) genesis (2) genética (4) genital (1) geografia (1) gestos (1) gilbert baker (1) glossário (15) gnr (2) goethe (1) gomorra (2) gonorreia (1) gozo (2) gratuidade (3) gravura (1) grécia antiga (3) grit (1) grün (1) grupos (1) gula (1) gulbenkian (3) habitação (1) haiti (1) harvey milk (1) havai (1) heidegger (1) helbig (1) henri de lubac (1) herança (1) hermafrodita (2) hermafroditismo (2) herpes genital (1) heterofobia (1) heterosexuais (4) heterosexualidade (2) heterossexismo (2) hierarquia (30) hildegarda de binden (1) hinos (1) hipocrisia (1) história (37) Hitler (1) holanda (5) holocausto (2) homem (12) homenagem (2) homilia (6) homoafetividade (7) homoerotismo (13) homofobia (61) homoparentalidade (3) homossexualidade (142) honduras (1) hormonas (1) hospitalidade (4) HPV (1) HSH (3) humanidade (5) humildade (6) humor (9) hysen (2) icone gay (9) icones (3) idade (1) idade média (2) idealização (1) identidade (13) ideologia do género (2) idolatria (1) idolos (1) idosos (1) ignorância (2) igreja (131) igreja anglicana (5) igreja episcopal (2) igreja luterana (2) igreja presbiteriana (1) igualdade (8) II guerra mundial (7) ILGA (10) iluminismo (1) iluminuras (1) ilustração (1) imigração (1) imitação (1) impaciencia (1) imprensa (53) incarnação (1) incerteza (1) inclusão (3) incoerência (1) inconsciente (1) indemnização (1) india (2) individuo (1) infalibilidade (1) infancia (1) infância (1) infecção (1) infertilidade (1) infinito (1) informática (1) ingenuidade (1) inglaterra (3) iniciativas (1) inimigos (3) injustiça (1) inocentes (1) inquérito (1) inserção social (1) instrumentos musicais (1) integração (1) intercessão (1) intercultural (2) interior (4) internacional (3) internet (1) interpretação (1) interrogação (1) intersexualidade (4) intolerância (2) inutilidade (1) investigação (4) irão (1) irlanda (5) irreverencia (1) isaias (2) islandia (1) islão (12) israel (2) IST (3) italia (4) jacob (2) jacques berthier (1) james alison (4) jantar (1) japão (1) jardim (1) jeremias (1) jerusalem (1) jesuitas (2) jesus cristo (38) JMJ (7) João (7) joao climaco (1) joao paulo II (8) joão XXIII (2) job (1) jogos (2) jogos olimpicos (1) Jonatas (5) jorge sousa braga (1) jornadas (1) jornalismo (2) jovens (6) judaismo (9) judas (4) jung (2) justiça (21) juventude (5) kitsch (3) ladrão (1) lady Gaga (2) lagrimas (2) laicidade (2) lançamento (1) lazer (2) LD (1) lectio divina (1) lei (24) lei da blasfémia (1) leigos (3) leigos para o desenvolvimento (1) leiria (1) leituras (37) leonardo da vinci (1) lésbica (49) Levinas (1) levítico (2) lgbt (66) lgbti (17) liberdade (7) libertinagem (1) liderança (3) limpeza (1) linguagem (1) lisboa (80) literatura (3) lituania (1) liturgia (4) livrarias (2) livros (35) ljungberg (2) londres (1) Lopes-Graça (1) lourdes castro (4) loures (1) louvor (2) lua (1) lubrificante (1) lucas (4) lucian freud (1) luta (5) luto (3) luxemburgo (1) luz (1) m-f (1) M2F (1) machismo (2) macho (2) madeleine delbrel (1) madre teresa de calcuta (7) madureira (1) mães (6) mafra (1) magdala (2) magnificat (8) magrebe (1) mal (2) malasia (2) man (1) mandamentos (1) manifestação (1) manuel alegre (1) manuel clemente (2) manuel neuer (2) maori (1) mãos dadas (1) marcelo rebelo de sousa (1) marcha (5) marcos (1) Maria (13) maria de lourdes belchior (1) maria madalena (2) maria-rapaz (1) marinheiros (1) marrocos (2) martini (2) mártir (3) martírio (2) masculinidade (9) mastectomia (1) matéria (1) maternidade (1) mateus (6) matrimónio (1) mecenas (2) media (2) mediação (1) médicos (2) medio oriente (2) meditacao (7) medo (9) meia-idade (1) membro (1) memória (1) memorial (1) menino (2) menores (2) mensagem (1) menstruação (1) mentira (1) mercado (1) mesa (1) mestrado (1) metafora (1) metanoia (1) méxico (3) michael stipe (2) Michelangelo (2) Michele de Paolis (2) micronesia (1) miguel esteves cardoso (2) milão (1) mimesis (1) mineiros (2) minimalismo (1) ministerio publico (1) minorias (1) minorias étnicas (1) mira schendel (1) misericordia (3) misericórdia (1) misoginia (1) missa (7) missão (4) missionarias da caridade (1) missionário (3) mistério (2) mística (5) mitcham (2) mito (1) mitologia (2) mitos (1) moçambique (3) moda (5) modelos (8) modernidade (2) moina bulaj (1) moldavia (1) monge (2) monoparentalidade (1) montenegro (1) monumentos (1) morada (1) moral (6) moralismo (1) morte (25) mosteiro (1) movimento civico (1) movimento gay (1) MSV (1) MTF (1) mudança (1) mudança de sexo (5) mulheres (8) mundial (3) mundo (147) munique (1) musculos (1) museus (11) musica (1) música (86) musical (1) namoro (3) nan goldin (1) não crentes (1) não-violência (1) narciso (2) natação (1) natal (24) natividade (3) NATO (3) natureza (5) nauru (1) nazis (5) newman (1) nigeria (1) nobel (1) nómada (1) nome (4) nomeação (1) nós somos igreja (1) nossa senhora (1) nota imprensa (1) notícias (1) nova iorque (2) nova zelandia (2) novelas (1) novo testamento (5) nudez (18) núncio apostólico (1) NY (1) obediência (1) objectivos milénio (1) obra (14) obstáculos (1) oceania (1) ocupação (1) ódio (5) ofensa (1) olhar (2) olimpicos (2) omnissexualidade (1) ONU (13) opinião (145) oportunidades (3) optimismo (2) opus gay (2) oração (52) oração comum (2) orar (3) ordem de cister (1) ordem dos advogados (1) ordem dos médicos (6) ordenação de gays (2) ordenação de mulheres (4) orgão (3) orgia gay (1) orgulho gay (7) orientação (12) oriente (1) origem (2) orlando cruz (1) ortodoxia (2) ousar (1) ovideo (1) ovocitos (1) ovulo (1) paciencia (1) pacífico (3) pacifista (1) padraig o tuama (1) padre (21) padre antónio vieira (1) padres casados (1) padres do deserto (2) pai (3) pai-nosso (2) pais (6) pais de gales (2) paixão (11) palácios (1) palavra (7) palestina (1) palestra (1) paneleiro (1) pansexualidade (1) papas (31) papel da mulher (2) papiloma (1) paquistão (1) paradas (3) parágrafo 175 (2) paraíso (3) parcialidade (1) parentalidade (3) paris (7) parlamento (3) participação (2) partilha (8) pascal (3) páscoa (2) pasolini (2) pastoral homossexual (23) pastoral trans (1) pastoral universitária (2) paternidade (2) patinagem (3) patio dos gentios (2) patriarca (1) património (4) paul claudel (3) paulo (3) pausanias (1) paz (9) pecado (7) pederasta (1) pedir (1) pedofilia (9) pedra (1) pena (4) penitência (3) pensamentos (2) pensão (1) pentecostes (2) perdão (4) peregrino russo (1) perfeição (2) pergunta (1) periferias (2) perigo (1) perseguição (1) perseverança (1) pessimismo (2) pessoa (8) petição (1) piano (1) piedade (1) pina bausch (1) pink narcisus (1) pintura (14) piolho-da-pubis (1) pistas (1) pluralidade (1) pobreza (10) poesia (52) poitiers (1) polémica (3) poliamor (1) policia (3) polissexualidade (1) política (48) polo aquatico (1) polónia (1) POP art (1) população (1) pornografia (1) porto (8) porto rico (1) portugal (108) povo de Deus (3) prática (2) prazer (4) prece (3) preconceito (2) prémios (12) presença (1) presépios (4) preservativo (12) presidente (3) prevenção (1) pride (1) primavera (3) principes (1) prisão (1) procriacao (3) procura (2) professores (1) projecto (1) prostituição (3) prostituta (1) protagonista (1) provisório (1) próximo (5) psicanálise (1) psicologia (16) psicoterapia (1) psiquiatria (1) publicidade (2) pudor (1) qatar (4) quaintance (1) quakers (1) quaresma (14) queer (6) quenia (1) questionário (1) quotidiano (1) racial (1) racismo (3) radcliffe (2) rahner (1) rainhas (1) ranking (1) raul brandão (1) rauschenberg (1) razão (2) realidade (5) reciclar (5) recolha de alimentos (1) recolhimento (1) reconciliação (3) rede ex aequo (8) redes sociais (3) refeição (1) reflexão (49) reforma (3) refugiados (1) registo civil (2) reino de Deus (2) reino unido (13) reis (9) relação (15) relatórios (2) religião (15) religion today (1) religiosidade (3) religioso (2) REM (2) Renascimento (1) repetição (1) repouso (1) repressão (1) reproducao (2) república (1) republica checa (1) respeito (2) respiração (1) responsabilidade (2) ressurreição (1) retrato (3) reutilizar (5) rezar (2) Richard Zimler (1) ricky martin (4) ricos (1) rilke (4) rimbaud (1) riqueza (1) rival (1) rodin (1) roma (3) romance (1) romanos (1) romenia (1) rosa (6) rosto (1) rotina (1) roupa interior (1) rufus wainwright (5) rugby (4) rui chafes (1) rumos novos (4) russia (4) s. bento (7) s. valentim (1) sabedoria (2) sacramentos (2) sacro (1) sagrada família (3) sagrado (6) sahara ocidental (3) sair (2) sair do armario (17) salmos (5) salvação (5) Samuel (1) sanção (1) sangue (1) santa catarina (1) santa cecilia (1) santa sé (2) santa teresa de avila (2) santarem (4) santas (1) santegidio (1) santidade (7) santo agostinho (3) santos (16) sao francisco (5) sao joao (1) São José (1) sao juliao (1) sao tomas de aquino (1) sao tome e principe (1) sapatas (1) sapatos (1) saramago (1) sartre (1) saúde (23) Saul (1) seamus heaney (1) sebastião (9) séc XX (1) sedução (1) segurança (2) sem-abrigo (1) semana santa (4) semen (1) seminários (4) sensibilidade (1) sensibilização (1) sentença (1) sentidos (4) sentimentos (2) ser (2) ser humano (2) ser solidário (44) sermões (1) serralves (1) servia (2) serviço (7) setúbal (3) sexismo (2) sexo (8) sexo biológico (2) sexo seguro (2) sexualidade (22) sicilia (1) sida (19) sífilis (1) sightfirst (1) silêncio (9) símbolos (2) simone weil (2) simplicidade (3) singapura (1) singularidade (1) sínodo (5) sintomas (1) sintomático (1) sobrevivente (1) sociedade (85) sociologia (1) sodoma (2) sodomia (2) sofrimento (11) solicitude (1) solidão (9) solidariedade (3) sondagem (10) sonhos (2) Sophia (8) st patrick (1) stockhausen (1) stonewall (2) suécia (4) suicidio (5) surrealismo (1) susan sontag (1) taborda (1) tabu (2) taizé (6) talentos (1) tapeçaria (1) tavener (6) TDOR (1) teatro (14) teatro do ourives (1) tecnologia (3) tel aviv (1) televisão (2) templo (1) tempo (4) temps d'images (1) tenebrismo (1) tentação (1) teologia (38) teologia da libertação (2) teresa benedita da cruz (1) teresa forcades (1) terras sem sombra (1) terrorismo (1) teste (1) testemunhos (35) textos (1) the king's singers (1) Thibirine (2) thomas merton (1) tibães (1) timor (1) timoteo (1) tocar (1) tolentino (12) tolerância (5) tortura (1) trabalho (5) traição (1) transexualidade (21) transfobia (6) transformista (1) transgender (8) transgeneridade (1) transgéneros (3) travesti (3) travestismo (3) trevor hero (1) triângulo (5) tribunal (4) tricomoniase (1) Trindade (2) trinidad e tobago (1) troca (1) tu (1) turquia (3) ucrania (2) uganda (5) unção (1) UNESCO (1) união (15) único (1) unidade (6) unitaristas (1) universal (1) universidade (2) universo (1) utero (1) útil (1) vaidade (3) valores (2) vanitas (1) vaticano (41) vaticano II (12) velhice (3) veneza (3) vento (1) verdade (8) vergonha (1) via sacra (8) vício (1) vida (59) vida dupla (1) vidas consagradas (2) video (32) vigarice (1) vih/hiv (19) vingança (1) vintage (1) violação (4) violência (9) violência doméstica (1) VIP (1) virgindade (1) viril (2) virilidade (1) vírus (1) viseu (1) visibilidade (2) visitação (1) visitas (7) visões (1) vitimas (2) vitrais (1) viver junto (2) vocação (5) voluntariado (10) von balthasar (2) vontade (1) voyeur (1) warhol (1) whitman (1) wiley (1) wrestling (1) xenofobia (3) youtube (1) yves congar (1)

As nossas visitas