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A diversidade na Igreja

"A casa do meu Pai tem muitas moradas", diz-nos Jesus no evangelho.

A unidade na diversidade não é sempre aparente na Igreja enquanto povo de Deus, mas é uma realidade em Deus e uma presença na fé cristã desde a sua origem. A Palavra de Deus não é partidária, elitista e exclusiva. O Reino de Deus é como uma árvore que estende os ramos para dar abrigo a todos os pássaros do céu. Cristo não morreu na cruz para salvar uma mão cheia de cristãos. Até o Deus Uno encerra em si o mistério de uma Trindade.

A Palavra de Deus é inequívoca e só pode levar à desinstalação, à abertura ao outro, e a recebê-lo e amá-lo enquanto irmão ou irmã. Ninguém fica de fora, nem mesmo - se tivessemos - os inimigos.

Muitos cristãos crêem nesta Igreja, nesta casa do Pai, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo. Mas como esquecer que muitos se sentem "de fora" por se verem rejeitados, amputados e anulados, e afastam-se por ninguém lhes ter mostrado que há um lugar para cada um, com a totalidade do seu ser?

Um blogue para cristãos homossexuais que não desistiram de ser Igreja

Porquê este blogue?

Este blogue é a partilha de uma vida de fé e é uma porta aberta para quem nela quiser entrar. É um convite para que não desistas: há homossexuais cristãos que não querem recusar nem a sua fé nem a sua sexualidade. É uma confirmação, por experiência vivida, que há um lugar para ti na Igreja. Aceita o desafio de o encontrares!

Este blogue também é teu, e de quem conheças que possa viver na carne sentimentos contraditórios de questões ligadas à fé e à orientação sexual. És benvindo se, mesmo não sendo o teu caso, conheces alguém que viva esta situação ou és um cristão que deseja uma Igreja mais acolhedora onde caiba a reflexão sobre esta e outras realidades.

Partilha, pergunta, propõe: este blogue existe para dar voz a quem normalmente está invisível ou mudo na Igreja, para quem se sente só, diferente e excluído. Este blogue não pretende mudar as mentalidades e as tradições com grande aparato, mas já não seria pouco se pudesse revelar um pouco do insondável Amor de Deus ou se ajudasse alguém a reconciliar-se consigo em Deus.
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Vida a dois

Compromisso para a construção de uma relação

Antes de tudo,
comprometo-me a considerar
[a nossa união]
como a realidade mais sagrada da minha existência.

Por isso não tenho outra expectativa
que não seja a de amar-te contra ventos e marés.

Anseio poder dar o melhor de mim
para contribuir para a tua realização,
ajudar-te a valorizar os teus talentos,
ser água e luz para a flor única que tu és.

Farei tudo para te acolher como és, e não como eu te sonhei.

Habituar-me-ei a estar disponível para te ouvir,
entrar no teu universo
e abrir-te a porta do mundo que me habita.

Não serei um vigilante dos teus jardins secretos.

Procurarei evitar os mal-entendidos.

Desejo ser suficientemente inteligente
para respeitar a tua visão das coisas:
«a tua diferença engrandece-me».

Aplicar-me-ei em não deixar escapar
as confidências que achares por bem fazer-me,
mesmo se elas me perturbam ou me põem em questão.

Esforçar-me-ei por não caricaturar ou refrear
as tuas opiniões
quando contrariam as minhas.

Habituar-me-ei a expulsar os meus pensamentos negativos
e a alargar os recursos do humor.

Esforçar-me-ei por não manifestar irritação
se a tua gestão do tempo
não tem o mesmo ritmo que a minha.

Tentarei afastar todo o ciúme,
porque a minha confiança
é o mais belo presente que te posso oferecer.

Não cairei na cilada do queixume reivindicativo e amargo.

Evitarei toda a afronta estéril:
as crises podem ser oportunidades para crescermos juntos.

Comprometo-me a procurar contigo
a harmonia dos nossos desejos nos nossos abraços,
e a não me recusar a ti por ressentimento.

E como me acontece
«não fazer o bem que quero, e fazer o mal que não quero» (Rm 7,19),
comprometo-me a ser suficientemente humilde
para saber pedir-te perdão.

Desejo nunca adormecer antes de ter extinguido
todo o foco de discórdia entre nós.

Não serei escasso de elogios.
Uma palavra gentil, um gesto terno, um sorriso,
enchem de sol o dia.

Que Deus, que nos confiou um ao outro,
venha em nosso auxílio!

adaptação a partir de P. Stan Rougier
In Prier Trad.: rjm Adaptação: rioazur
publicado in SNPC a 01.08.13

domingo, 20 de outubro de 2013

Cardeal de Berlim pede igualdade de tratamento para as relações homossexuais

esta é uma notícia que já tem algum tempo (Maio 2012)

Cardinal Calls for Equality of Heterosexual and Homosexual Relationships


So far I’ve only seen one news report in English about this item, but there are several in German that are floating around the web. It is too good not to report, even though the information is rather sparse.

Berlin’s Cardinal Rainer Maria Woelki told a major Catholic conference in Germany that relationships of same-gender couples should be treated equally with heterosexual couples. An article inThe Local, an English news source in Germany reports:

“He told a crowd on Thursday that the church should view long-term, faithful homosexual relationships as they do heterosexual ones.

” ‘When two homosexuals take responsibility for one another, if they deal with each other in a faithful and long-term way, then you have to see it in the same way as heterosexual relationships,’
Woelki told an astonished crowd, according to a story in theTagesspiegel newspaper.

“Woekli acknowledged that the church saw the relationship between a man and a woman as the basis for creation, but added that it was time to think further about the church’s attitude toward same sex relationships.”

Speaking at the 98th Katholikentag (Catholic), a conference of 60,000 Catholics in Mannheim, Woelki joins a growing chorus of episcopal voices who are calling for change in the hierarchy’s traditionally absolutist refusal to acknowledge the moral goodness of lesbian and gay relationships.

Last December, London’s Archbishop Vincent Nichols made headlines by supporting civil partnerships for lesbian and gay couples in the U.K. That same month, Fr. Frank Brennan, a Jesuit legal scholar in Australia, also called for similar recognition of same-sex relationships. In January, Bishop Paolo Urso of Ragusa, Italy, also called for recognition of civil partnerships in his country.

March of 2012 saw an explosion of questioning from prelates of the hierarchy’s ban on marriage equality. At New Ways Ministry’s Seventh National Symposium,Bishop Geoffrey Robinson of Australia called for a total re-examination of Catholic sexual ethics to allow for, among other things, moral approval of same-sex relationships. The Diocese of Manchester, New Hampshire, supported a bill that would legalize civil unions (albeit as a stopgap measure to prevent marriage equality). Bishop Richard Malone of Portland, Maine, announced that the diocese would not take an active role in opposing the state’s upcoming referendum on marriage equality, as it had in 2009. In Italy, Cardinal Carlo Maria Martini of Milan stated in his book, Credere e Cognoscere (Faith and Understanding), that “I do not agree with the positions of those in the Church who takes issue with civil unions.” You can read excerpts, in Italian, from the book here. An English translation of a different set of excerpts, thanks to the Queering the Church blog, can be foundhere.

While opposition to marriage equality from the hierarchy, especially in the United States, is still massive and strong, it is significant that these recent statements are all developing a similar theme of at least some recognition of the intrinsic value of lesbian and gay relationships, as well as the need for civil protection of them. May this trend continue and grow.

–Francis DeBernardo, New Ways Ministry

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Nova Zelândia e França, dois países onde o casamento já é igualitário

Égalité apesar da violência

“Egalité!” Foi ao grito de igualdade que a Assembleia Nacional de França aprovou esta terça-feira o casamento para todos, a designação adoptada neste país e que concede iguais direitos a casais homossexuais e heterossexuais. A adopção de crianças por casais do mesmo sexo é permitida automaticamente por inerência da lei do casamento. O Parlamento francês aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo por 331 votos a favor e 225 contra.
Depois de uma promessa eleitoral de François Hollande, que ainda terá que ratificar a lei, assistiram-se nos últimos 12 meses a vários revezes, manifestações com milhares de pessoas nas ruas e a uma escalada de violência homofóbica sem precedentes, como foi mediatizado através do caso Wilfred de Bruijn.
Além de Hollande, a principal impulsionadora da lei foi Christiane Taubira, Ministra da Justiça, nome pela qual esta reforma acabou por se tornar conhecida. Esta tarde após a votação no Parlamento Taubira declarou: “Não tirámos nada a ninguém. Pelo contrário, reconhecemos os direitos dos nossos concidadãos e concedemos os direitos a todos os casais”.
No Marais, o bairro adoptado pela comunidade gay de Paris, a festa começou logo que a votação foi conhecida.

Nos últimos dias foram várias as manifestações de protesto pela previsível aprovação da lei hoje ocorrida. Foi criado inclusive um grupo para combater esta lei, os Hommen. (...) Os protestos e confrontos com a polícia sucederam-se frente à Assembleia Nacional. Os Conservadores querem um referendo e já anunciaram que irão recorrer ao Tribunal Constitucional para declarar a lei inconstitucional.
(...) Os primeiros casamentos podem realizar-se a partir de Junho e não estão restritos apenas aos cidadãos de nacionalidade francesa.

In dezanove

O número 13: Nova Zelândia

O parlamento da Nova Zelândia legalizou no dia 17 de Abril deste ano o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Este é o primeiro país na região do Pacífico a fazê-lo. Apesar da oposição de grupos Cristãos, a lei foi aprovada com uma maioria de 77 votos a favor e 44 contra.
Após a aprovação o público presente no Parlamento de Wellington decidiu entoar um cântico de celebração em língua indígena Maori dedicado a Louisa Wall, a deputada lésbica que promoveu esta alteração na lei neozelandesa. Louisa Wall, do partido Trabalhista declarou: “Na nossa sociedade o significado de casamento é universal, é uma declaração de amor e compromisso para com aquela pessoa especial” e continuou “neste momento estou muito orgulhosa de ser neozelandesa”. Centenas de pessoas celebraram também esta decisão à porta do parlamento, considerando-a um marco histórico para a igualdade.
A união civil entre pessoas do mesmo sexo é legal na Nova Zelândia desde 2005.
Contudo, a alegria não foi unânime, Bob McCroskrie, fundador do grupo Family First, disse que a lei enfraquece o conceito tradicional de casamento: “Historicamente e culturalmente o casamento sempre foi entre um homem e uma mulher e não se deveria mudá-lo.”
A Nova Zelândia torna-se assim no 13º país a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, seguindo o exemplo de países como a Holanda, Bélgica, Argentina, África do Sul, Portugal e mais recentemente o Uruguai. Os vizinhos australianos chumbaram a lei para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em Setembro passado, contudo, alguns dos seus estados permitem uniões civis.

In dezanove

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Luzes de lucidez na hierarquia da Igreja católica

Cardeal de Berlim apela à igualidade na forma de tratamento entre casais heterossexuais e homossexuais

Nota e resumo da mensagem: este é um post em inglês de uma das amigas da página de facebook do moradasdedeus, em que o cardeal de Berlim alerta que se devia olhar para relações duradoiras homossexuais como se olha para as heterossexuais, quando são vividas na fidelidade. A Igreja devia ver e pensar mais longe. A sua voz juntou-se à do Arcebispo de Londres, que apoiou a união civil entre gays e lésbicas no Reino Unido, e à do bispo de Ragusa (Itália) que fez o mesmo no seu país. O bispo Robinson de Austrália, num sínodo, também ergueu a voz no sentido de reexaminar a ética sexual na Igreja, aprovando moralmente, entre outros, as relações entre pessoas do mesmo sexo. O bispo de Portland (Maine) anunciara igualmente que a diocese não teria um papel activo de oposição ao referendo do estado para a igualdade de acesso ao casamento. Carlo Maria Martini, o antigo bispo de Milão, no seu livro Credere e Cognoscere diz que não concorda que, na Igreja, se tomem posições relativas às uniões civis.

Passo a citar a notícia:

Cardinal Rainer Maria Woelki

So far I’ve only seen one news report in English about this item, but there are several in German that are floating around the web. It is too good not to report, even though the information is rather sparse.
Berlin’s Cardinal Rainer Maria Woelki told a major Catholic conference in Germany that relationships of same-gender couples should be treated equally with heterosexual couples. An article in The Local, an English news source in Germany reports:

“He told a crowd on Thursday that the church should view long-term, faithful homosexual relationships as they do heterosexual ones.

” ‘When two homosexuals take responsibility for one another, if they deal with each other in a faithful and long-term way, then you have to see it in the same way as heterosexual relationships,’ Woelki told an astonished crowd, according to a story in the Tagesspiegel newspaper.

“Woekli acknowledged that the church saw the relationship between a man and a woman as the basis for creation, but added that it was time to think further about the church’s attitude toward same sex relationships.”

Speaking at the 98th Katholikentag (Catholic), a conference of 60,000 Catholics in Mannheim, Woelki joins a growing chorus of episcopal voices who are calling for change in the hierarchy’s traditionally absolutist refusal to acknowledge the moral goodness of lesbian and gay relationships.

Last December, London’s Archbishop Vincent Nichols made headlines by supporting civil partnerships for lesbian and gay couples in the U.K. That same month, Fr. Frank Brennan, a Jesuit legal scholar in Australia, also called for similar recognition of same-sex relationships. In January, Bishop Paolo Urso of Ragusa, Italy, also called for recognition of civil partnerships in his country.

March of 2012 saw an explosion of questioning from prelates of the hierarchy’s ban on marriage equality. At New Ways Ministry’s Seventh National Symposium,Bishop Geoffrey Robinson of Australia called for a total re-examination of Catholic sexual ethics to allow for, among other things, moral approval of same-sex relationships. The Diocese of Manchester, New Hampshire, supported a bill that would legalize civil unions (albeit as a stopgap measure to prevent marriage equality). Bishop Richard Malone of Portland, Maine, announced that the diocese would not take an active role in opposing the state’s upcoming referendum on marriage equality, as it had in 2009. In Italy, Cardinal Carlo Maria Martini of Milan stated in his book, Credere e Cognoscere (Faith and Understanding), that “I do not agree with the positions of those in the Church who takes issue with civil unions.” You can read excerpts, in Italian, from the book here. An English translation of a different set of excerpts, thanks to the Queering the Church blog, can be found here.
While opposition to marriage equality from the hierarchy, especially in the United States, is still massive and strong, it is significant that these recent statements are all developing a similar theme of at least some recognition of the intrinsic value of lesbian and gay relationships, as well as the need for civil protection of them. May this trend continue and grow.

Francis DeBernardo, New Ways Ministry

In http://newwaysministryblog.wordpress.com/2012/05/20/cardinal-calls-for-equality-of-heterosexual-and-homosexual-relationships/

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Direitos na Ilha de Man

Uniões civis para casais do mesmo sexo

A ilha no Mar da Irlanda que está sob a dependência da Coroa do Reino Unido passou a reconhecer o direito a parceria civil.

Entre os novos direitos que estão disponíveis a partir de hoje para os casais do mesmo sexo incluem-se herança, pensões e subsídios fiscais.

Os grupos de ativistas LGBT na ilha já celebraram a nova iniciativa.

A homossexualidade era ilegal em Isle of Man até 1992 e o projeto de parceria civil para casais do mesmo sexo provocou intenso debate na ilha de 80 mil habitantes.

Desde dezembro de 2005 que os casais do mesmo sexo tinham acesso à lei de parceria civil no Reino Unido em tudo igual ao casamento excepto no nome, mas a Ilha de Man passou ao lado desta inovação legislativa.

Em Portugal estas uniões não deverão ser reconhecidas como casamento, as uniões registadas do Reino Unido também não são reconhecidas.

A nova lei de parceria civil também abre a possibilidade de adopção pelos casais de gays e lésbicas. E não são só os casais do mesmo sexo que passam a ter esta possibilidade: casais de sexo diferente mas que não estejam casados podem agora adoptar em conjunto desde que tenham uma relação estável. 

in portugalgay

domingo, 20 de março de 2011

Considerações sobre as Uniões homossexuais: um documento a desbravar

Um novo Documento em Destaque no blogue é a série de considerações que a Congregação para a Doutrina da Fé, na pessoa do cardeal Ratzinger (actual Papa), publicou no ano de 2003 (ler na íntegra aqui).

O documento, intitulado Considerações sobre os projectos de reconhecimento legal das Uniões entre pessoas homossexuais será um interessante e polémico objecto de estudo, porventura pouco novo mas, ainda assim, esclarecedor no que diz respeito ao que a Igreja (instituição) conhece - ou desconhece - da realidade da homossexualidade. É também espelho da falta de vontade da Igreja se desvincular dos poderes políticos e dum discurso que cai no moralismo dos costumes em vez de ir beber insaciavelmente à revelação do Evangelho.


Este documento encontra-se originalmente no site do Vaticano

quinta-feira, 17 de março de 2011

Candidatos à União Europeia têm de cuidar que os direitos LGBT sejam respeitados

Direitos LGBT são uma das condições para adesão à UE
No passado dia 9 de Março o Parlamento Europeu adoptou duas resoluções relativamente ao caminho que a Turquia e o Montenegro têm de percorrer para completarem a sua adesão à União Europeia.  Os eurodeputados apelaram à Turquia que “se assegure de que igualdade, independentemente do sexo […] ou da orientação sexual seja garantida por lei e que esta seja aplicada de modo eficaz.” Inicialmente, a resolução apenas mencionava o encerramento ilegal de organizações LGBT e a classificação da homossexualidade como uma “doença psicossexual” (sic). No entanto, esta versão do texto foi corrigida e passou a incluir o assassínio sistemático de pessoas transgéneros, assim como a condenar a retirada de género e orientação sexual de um projecto lei anti-discriminação.
Michael Cashman, vice-presidente do grupo parlamentar LGBT Intergroup declarou: “Louvo o progresso da Turquia, um estado moderno e secular, mas apelo ao governo turco que volte a inserir a identidade do género e orientação sexual no projecto lei anti-discriminação. Ao tomar estas medidas, este país demonstra que está determinado a completar o processo de adesão.”
Quanto ao Montenegro, os eurodeputados aplaudiram a lei adoptada recentemente que proíbe a discriminação no emprego e no acesso a serviços públicos, mas lamentaram que a “discriminação em relação à orientação sexual e identidade do género ainda persista, mesmo da parte das autoridades”.
Ulrike Lunacek, também vice-presidente do grupo LGBT Intergroup disse que “este é um grande passo para o Montenegro. A Constituição montenegrina proíbe a discriminação directa ou indirecta em todas as áreas, mas ainda não está ao nível europeu, pois ainda permite a discriminação em alguns casos, por exemplo, as pessoas com deficiências, pessoas de ascendência cigana ou ashkali”.
O Intergroup continuará a monitorizar os processos de adesão à UE da Turquia, do Montenegro e de outros sete países.
por Lúcia Vieira in dezanove

sábado, 5 de março de 2011

Debate inesperado no mar das Caraíbas

Uniões ente pessoas do mesmo sexo em debate na ilha de Trindade e Tobago


As ilha caribenhas de Trinidad e Tobago (América Cantral) está no meio de um debate sobre o reconhecimento de uniões entre pessoas do mesmo sexo.


O assunto surgiu quando alguns senadores contestaram o fato de que casais do mesmo sexo estão excluídos da proposta de alteração de uma lei que paga um mês de salário para os familiares de um funcionário público que tenha falecido. As alterações supostamente irão adicionar companheiros do sexo oposto mesmo que não casados e filhos nascidos fora do casamento.

O grupo local Coalition Advocating for the Inclusion of Sexual Orientation disse que ficou surpreso com o debate político e não tinha considerado propor o reconhecimento de uniões de gays e lésbicas, neste momento, dado que as pessoas LGBT locais têm preocupações mais básicas.

A organização sugere que o governo descriminalize o sexo entre pessoas do mesmo sexo, combata a discriminação anti-homossexual, lide com os crimes de ódio (...), treine os agentes da polícia, e torne as escolas mais seguras para as pessoas LGBT.

In portugalgay

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Lei de união civil no Havai

A Câmara dos Representantes do Havai aprovou esta sexta-feira as uniões civis entre casais do mesmo sexo. Resta a proposta ser votada pelo Senado na próxima semana e pelo recém-eleito governador deste arquipélago, Neil Abercrombie. O novo governador já afirmou ser a favor das uniões civis entre casais do mesmo sexo, pelo que o Havai se tornará o sétimo estado norte-americano a garantir praticamente os mesmos direitos que o casamento entre pessoas do mesmo sexo através de uma lei de união civil.
 
O ano passado a ex-governadora, Linda Lingle, vetou a lei e ficou conhecida pela sua oposição a este tema.

O arquipélago do Havai situa-se no Oceano Pacífico e é o mais isolado estado norte-americano. Foi o 50º a juntar-se aos EUA e é o local de nascimento do actual presidente Barack Obama.

In dezanove

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

"Next step" no Reino Unido: Da União Civil ao Casamento entre pessoas do mesmo sexo

No Reino Unido o governo avança na igualdade do casamento

O Governo do Reino Unido está a estudar a possibilidade de permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo e não apenas as uniões civis registadas. A uniões entre pessoas do mesmo sexo passarão a poder incluir elementos religiosos.


A notícia é avançada pelo Sunday Telegraph. Segundo o jornal será assim possível ter elementos religiosos numa celebração da união entre duas pessoas do mesmo sexo, algo que até agora estava estritamente vedado em termos legais.

Outra alteração mais profunda é acabar com a distinção entre o casamento para heterossexuais e a união civil registada pala homossexuais. O casamento passará, aos olhos da lei, a ser aplicável em ambos os casos.

O porta-voz do Home Office afirmou que "o governo está a estudar qual o próximo passo para as uniões civis registadas, incluindo o modo como algumas organizações religiosas podem registrar o relacionamento de casais do mesmo sexo num contexto religioso, se desejarem fazê-lo". Segundo o porta-voz foram ouvidas diversas organizações sobre esta questão e o anúncio será feito mais tarde.
A Igreja da Inglaterra, já tinha vindo a público informar que não permitirá que qualquer um de seus edifícios seja usado para cerimónias de união civil registada entre pessoas do mesmo sexo. No entanto há outros grupos religiosos que vêm com bons olhos a abertura a este tipo de cerimónias num contexto religioso tais como os quakers, unitaristas, e os judeus liberais.

As uniões civis registadas (Civil Partnerships) foram introduzidas no Reino Unido em dezembro de 2005. Dão aos casais homossexuais praticamente todos os direitos dos casais heterossexuais excepto na forma de celebrar a cerimónia e no reconhecimento fora de fronteiras.

Segundo as regras actuais, as cerimónias devem ser laicas e não podem conter elementos religiosos, como o canto de hinos e leituras da Bíblia. Em Maio de 2010 já tinham sido formalizadas mais de 26 mil parcerias civis.

Portugal tem o casamento entre pessoas do mesmo sexo desde Junho de 2010. Actualmente as uniões civis registadas realizadas no Reino Unido não são reconhecidas como casamento civil em Portugal.
 
In Portugalgay

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Nova lei de união civil nos Estados Unidos

Illinois com nova lei de uniões civis

O governador Pat Quinn assinou a lei de união civil abrangente no Illinois no dia 31 de janeiro. A lei entra em vigor a 1 de junho.

"Este é o momento que eu acho que muito tempo depois será recordado, as pessoas vão lembrar-se de nós, no dia 31 de janeiro do ano de 2011 por nos termos reunido aqui em Illinois, a Terra de Lincoln, e fizemos história", disse Quinn.

O governador usou 97 canetas diferentes para assinar o projeto de lei, de modo que muitas das pessoas que trabalharam no projecto de lei pudessem ter uma recordação mais palpável. Ele demorou sete minutos e 25 segundos para colocar a sua assinatura no documento. Quando terminou, levantou-se, colocou o projeto de lei assinado no ar, e parecia extremamente satisfeito, mas também humilde.

Segundo a nova lei, casais gays e heterossexuais numa união civil receberão os mesmos benefícios a nível estadual, proteções e responsabilidades cobertas pelo casamento civil. A lei também reconhece os casamentos entre pessoas do mesmo sexo de outros estados - mas apenas como união civil.

"Esta nova lei reflete o triunfo da esperança e da justiça sobre a distorção e divisão", disse Jill Metz, presidente do conselho da American Civil Liberties Union of Illinois.

Ao todo nos EUA, 13 estados e Washington, DC, têm leis abrangentes de união civil, permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, ou o reconhecimento dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo de outras jurisdições. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal no Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont e Washington, DC Além disso, Nova York e Maryland reconhecem casamentos do mesmo sexo realizados noutros locais. As leis de união civil ou parceria doméstica que garantem todos os direitos a nível de Estado do casamento também estão em efeito na Califórnia, Nevada, New Jersey, Oregon e Washington.
Além disso, existem leis que concedem aos casais do mesmo sexo alguns dos direitos do casamento, no Colorado, Havaí, Maine e Wisconsin.

A Califórnia é um caso mais particular. O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legal de junho a novembro de 2008, altura em que os eleitores alteraram a Constituição do Estado, através da Proposition 8. Os casais que se casaram antes do referendo ainda são legalmente casados no estado, assim como outros casais do mesmo sexo que vivem na Califórnia e se tenham casado em qualquer parte do mundo antes da Proposition 8 ter sido aprovada. Os casais homossexuais que se casaram em outro lugar após a aprovação da Proposition 8, recebem todos os direitos e obrigação do casamento ao nível do estado na Califórnia, exceto o direito legal de chamar à sua união um "casamento", enquanto estiverem na Califórnia. Note-se que não são reconhecidos pela legislação do estado de parceria doméstica, mas sim como casais unidos pelo casamento a quem é negado o uso legal da palavra "casamento".

por Rex Wockner (EUA) para PortugalGay.PT

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

No Brasil, união estável para pessoas do mesmo sexo a passo de caracol

Arquivado ontem na Câmara de Deputados o Projecto de Lei elaborado pela ABGLT que se aplicava à união estável para pessoas do mesmo sexo


No Brasil, a ABGLT, através das suas associadas, tinha elaborado um projecto de lei que previa a alteração de um único dispositivo legal previsto no Código de Civil com a finalidade de que passasse a ser aplicada a união estável para pessoas do mesmo sexoDesta forma, acreditava-se, seria simplificado todo processo legislativo e seriam evitadas maiores discussões, podendo a aprovação ser mais ágil.
 
Este projecto de lei foi acrescentado a outro que se refere ao “contrato civil” da união homoafetiva. Foram ambos arquivados. Não é uma situação irreversível, mas traduz-se numa maior demora e num prolongar ndeterminado de toda a discussão em redor desta temática.
 
Aos nossos irmãos e irmãs brasileiras: Toda a coragem e paciência, um dia verão os vossos desejos concretizados!
 
Ler mais sobre o tema

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Censos 2011: novidades e oportunidades

Além da novidade dos Censos 2011 contarem uniões homossexuais (uniões de facto e casamentos entre pessoas do mesmo sexo), haverá contratação de colaboradores para o efeito. Eis também uma sugestão para trabalho em part-time.

Censos vão contar uniões gays

Recenseamento da população e da habitação obriga à contratação de 30 mil colaboradores

O INE está a recrutar 30 mil colaboradores para os Censos 2011, a maior operação estatística nacional que estará no terreno a partir de Março. Pela primeira vez, serão contabilizadas as uniões homossexuais e os inquéritos poderão ser preenchidos online.


Com um custo estimado em 43 milhões de euros, o 15.º Recenseamento Geral da População e o 5.º Recenseamento Geral da Habitação (Censos 2011) pretendem contabilizar todos os edifícios, alojamentos, famílias e indivíduos a residir em Portugal (incluindo estrangeiros). Os primeiros resultados serão conhecidos em Julho.

Trata-se de uma megaoperação - já testada, em Abril do ano passado, num inquérito-piloto que abrangeu cerca de 45 mil alojamentos - que arranca, em termos de grande público, no dia 7 de Março, data em que começa a distribuição dos inquéritos e de um envelope seguro com os códigos para a resposta pela Internet.

A possibilidade de preenchimento dos inquéritos online, dispensando a entrega dos documentos em suporte de papel, é uma das novidades destes Censos. O Instituto Nacional de Estatística (INE) garante tratar-se de uma forma segura, cómoda e rápida de participar no recenseamento que, ao abrigo da lei, é obrigatório.

Outras das inovações dos Censos 2011 é que serão contadas as uniões homossexuais (tanto casamentos civis como uniões de facto) e os edifícios de habitação serão georreferenciados em suporte digital.

A distribuição dos inquéritos ocorrerá entre 7 e 20 de Março. A 21 de Março - Dia Censitário - inicia-se a fase da resposta. Quem optar pela resposta via Internet, pode fazê-lo até 10 de Abril. De 28 de Março a 24 de Abril, decorre a recolha dos questionários preenchidos em papel. Para evitar a duplicação de procedimentos, sempre que uma pessoa responde pela net, o recenseador da área é notificado para que não vá recolher os impressos.

Para assegurar a cobertura nacional, o INE tem em curso um processo de selecção de cerca de 30 mil colaboradores para as várias funções (coordenador e delegados regionais, delegado municipal, coordenador/subcoordenador de freguesia e recenseador).

A maioria das vagas destina-se a recenseador, função que será exercida a tempo parcial, nos meses de Março de Abril, e que será remunerada em função do trabalho executado. A título de exemplo, o INE adiantou ao JN que um recenseador a quem sejam afectados 320 alojamentos, que tenham 590 pessoas aí residentes, pode receber cerca de 760 euros.

Até ao fim deste mês de Janeiro, os interessados deverão apresentar a candidatura no portal no INE (http://www.ine.pt/). Além do 9.º ano de escolaridade e idade superior a 18 anos, é preciso ter telemóvel e conhecer bem a zona geográfica. São condições preferenciais ter conhecimentos de informática e dispor de ligação à Internet.


In Jornal de Notícias, por Helena Norte a 4 de Janeiro de 2011
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1747991

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Será que os homossexuais portugueses se querem casar?

E para quem não acreditava que existissem casais homossexuais "estáveis", aqui vão alguns números:

221 casamentos entre pessoas do mesmo sexo em seis meses

Em seis meses realizaram-se, em Portugal, 221 casamentos entre pessoas do mesmo sexo, segundo dados do Ministério da Justiça, divulgados à agência Lusa. De acordo com a mesma fonte governamental, dos 221 casamentos homossexuais realizados desde 7 de junho, 156 foram entre homens e 65 entre mulheres.

A juntar a estes somam-se os 202 casamentos realizados fora do país em que um cônjuge é cidadão português. Destes, 139 foram contraídos entre homens e 63 entre mulheres.

Nos consulados portugueses espalhados pelo mundo, em seis meses, realizaram-se 19 uniões homossexuais: 17 entre o sexo masculino e dois entre o sexo feminino.

A lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo entrou em vigor a 31 de Maio último, tendo-se realizado o primeiro casamento a 7 de junho, entre Teresa Pires e Helena Paixão, que lutaram para que a união homossexual fosse possível em Portugal.

O polémico diploma só foi promulgado pelo Presidente da República a 17 de Maio, no penúltimo dia do prazo e após o fim da visita do Papa a Portugal.

Depois de ter submetido o diploma à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional - que o considerou constitucional -, Cavaco Silva acabaria por promulgar o diploma no Dia Mundial Contra a Homofobia, mas não se livrou de forte contesttação por parte de sectores conservadores. O mal-estar neste sectores gerou mesmo movimentações no sentido de apresentar um candidato alternativo às próximas eleições presidenciais.

Este diploma teve origem numa proposta do Governo e foi aprovado pelo Parlamento, com os votos favoráveis de PS, BE, PCP e PEV e contra do CDS-PP e do PSD, mas seis deputados sociais-democratas abstiveram-se.

PÚBLICO/Lusa
http://jornal.publico.pt/noticia/05-12-2010/221-casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-em-seis-meses-20764686.htm

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A nova Irlanda

Irlanda: reconhecidas legalmente uniões homossexuais
por Agência Lusa, Publicado em 19 de Julho de 2010

A presidente da Irlanda, Mary McAleese, ratificou hoje a nova lei das Relações Civis que reconhece legalmente as uniões de facto homossexuais no país.

Dado que a Irlanda ainda não permite o casamento entre homossexuais, a nova legislação reconhece alguns direitos a casais «gays» e lésbicos.

Os casais terão apoio legal em questões de propriedade imobiliária, direitos de sucessão, pensões e impostos.

O ministro da Justiça e do Interior, Dermot Ahern, garantiu que a nova lei é um dos textos mais importantes «sobre direitos civis desde a independência» do país (1921).

«Esta legislação reforça os direitos e proteção de muitos milhares de mulheres e homens irlandeses. Tem uma importância social enorme para os casais, que se podem agora registar como sócios legais, para os seus amigos e famílias», disse Ahern.

O documento entrará em vigor no próximo mês de janeiro.

Porque estou aqui

Sinto-me privilegiado por ter encontrado na Igreja um lugar vazio, feito à minha medida. É certo que tê-lo encontrado (ou encontrá-lo renovadamente, pois não é dado adquirido) foi também mérito da minha sede, do meu empenho, de não baixar os braços e achar, passivamente, que não seria possível. Passo a contextualizar: a comunidade onde vou à missa é pequena e acolhedora, e podia bem não o ser. Ao mesmo tempo, sentia um desejo grande de reflexão de vida cristã e encontrei um casal (heterosexual) que tinha a mesma vontade. Começámo-nos a reunir semanalmente numa pequena comunidade de oração e reflexão que, apesar de crítica, nos tem ajudado a sermos Igreja e a nela nos revermos. Paralelamente, face ao contínuo desencanto em relação a algumas posturas e pontos de vista de uma Igreja mais institucional e hierárquica, tive a graça de encontrar um grupo de cristãos homossexuais, que se reuniam com um padre regularmente, sem terem de se esconder ou de ocultar parte de si.

Sei que muitos cristãos homossexuais nunca pensaram sequer na eventualidade de existirem grupos cristãos em que se pudessem apresentar inteiros, quanto mais pensarem poder tomar parte e pôr em comum fé, questões, procuras, afectos e vidas.

Por tudo isto me sinto grato a Deus e me sinto responsável para tentar chegar a quem não teve, até agora, uma experiência tão feliz como a minha.

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